A consultora Magma Studio alerta que a transparência e o fator humano são essenciais para atrair os jovens talentos, que valorizam a proximidade humana, experiências digitais simples e a transparência
O uso de Inteligência Artificial (IA) no recrutamento já é uma realidade em Portugal, com ferramentas como a triagem automática de currículos e os chatbots para entrevistas iniciais a generalizarem-se. Estas soluções prometem acelerar processos, mas levantam dilemas éticos e estratégicos, especialmente na hora de atrair a Geração Z, uma geração que valoriza a transparência, as experiências digitais simples e a proximidade humana. Neste contexto, a Magma Studio, consultora de gestão de talento, apresentou cinco recomendações para as empresas que pretendem usar a tecnologia sem alienar os profissionais mais jovens. Cinco recomendações para não perder o fator humanoA consultora defende uma abordagem híbrida, onde a tecnologia serve de apoio, mas não substitui os elementos cruciais da interação humana.
“O futuro do recrutamento será definido pela forma como tratamos os mais jovens”, afirma Miguel Gonçalves, CEO da Magma Studio. “A tecnologia pode impressionar, mas o que atrai e retém o talento da Geração Z é a transparência, a inclusão и a proximidade humana”. |