20/20: The perfect vision

O tão esperado 2020 está a chegar. Mas, no mundo do IT, o futuro é hoje, e o início do novo ciclo representa, sobretudo, o consolidar de uma estratégia anunciada. Os planos renovam-se e as organizações preparam-se para mais dez anos de inovação, mas sempre um passo à frente de qualquer horizonte temporal. O negócio a isso obriga.

20/20: The perfect vision

Desde 2010 que se fazem planos para 2020. O ano tornou-se numa meta para objetivos a longo prazo das organizações – públicas e privadas – para implementar soluções disruptivas, ao mesmo tempo que seguras, numa indústria que é, de origem, mutável a todos os níveis. 

Talvez a principal diferença nestes dez anos seja a “solução” em detrimento, e simultaneamente em prol, do “produto”. Transversal a vários setores e áreas de atuação, a tecnologia tornou-se num tópico a que as organizações deram uma grande atenção. 

Nesta década e pela primeira vez, os negócios gerados por empresas transformadas digitalmente irá superar o das empresas com modelos de negócio tradicionais, o que provavelmente irá constitui a maior alteração no modo como vivemos, trabalhamos e produzimos desde a primeira revolução industrial. 

Como é hábito, a IDC preparou as suas dez previsões para os próximos anos, onde explica quais as tecnologias que vão aparecer ou crescer em termos de importância, previsões essas materializadas no FutureScape. 

Inovação, cloud e edge fazem parte das três primeiras previsões da IDC para a indústria global de IT. Mas mais do que apenas prever o que vai acontecer em 2020, a IDC prevê as principais tendências para um horizonte de vários anos, chegando mesmo até 2025 num dos pontos. 

E, no fim, cabe às organizações precaverem-se para todas as eventualidades que vão ocorrer nos próximos anos – previstas ou não. Neste artigo, a IT Insight juntou-se à IDC para apresentar as dez previsões mundiais do FutureScape, às quais se juntaram nomes do mercado nacional para partilhar a sua visão de como estes pontos vão afetar o seu negócio ou indústria. 

 


Qual o impacto da segunda fase da transformação digital no mercado nacional de TIC em 2020? Gabriel Coimbra, Group Vice President IDC

Passados quase cinco anos desde que a IDC lançou o primeiro estudo relativo à evolução da transformação digital (DX) a nível global, em 2020 entramos claramente numa segunda fase onde o mercado é composto por: (1) empresas que já estão a executar o seu roadmap de transformação e procuram retirar valor da sua maturidade digital, e (2) empresas que ainda estão em fase de definição estratégica e/ou a desenvolver o seu roadmap. 

A IDC prevê que, em 2020, 40% das organizações nacionais já estarão a executar o seu roadmap de transformação e terão o digital embebido nas suas estratégias de negócio, transformando os mercados e redesenhando o futuro por via de novos modelos de negócio e do lançamento de produtos e serviços suportados digitalmente. 

Apesar desta evolução no mercado nacional, a mesma previsão a nível mundial aponta para 55% das organizações, ou seja, Portugal precisa de acelerar ainda mais a sua maturidade digital. 

A equipa de research da IDC ainda está a trabalhar nas previsões específicas para o mercado das TIC (iremos apresentar no nosso evento de 18 de fevereiro, o IDC Portugal FutureScape), mas podemos já adiantar quatro áreas onde veremos certamente uma grande dinâmica em 2020 em Portugal. 

Cloud Computing / Infraestrutura Híbrida Em 2020, vamos praticamente atingir 100% de utilização da Cloud por parte das organizações portuguesas. O mercado em Portugal está a crescer acima dos 15% e vai ultrapassar os 200 milhões de euros em 2020! 

O grande desafio das organizações será conseguir pôr em prática uma estratégia multicloud e forma a gerir de forma eficaz, eficiente e segura um ambiente tecnológico cada vez mais complexo. 

Big Data, Analytics & AI Em 2020, o maior desafio dos departamentos de tecnologia de informação não será ao nível da tecnologia, mas sim ao nível da gestão dos dados. Data Governance, Security&Privacy and Data Monetization serão os principais desafios em 2020. O mercado em Portugal esta a crescer quase 10% e vai ultrapassar os 250 milhões de euros em 2020! 

Security Ainda no contexto da gestão dos dados, em 2020 a segurança será um dos principais desafios das organizações nacionais, ao nível de negócio e TI. O mercado em Portugal está a crescer acima dos 5% e vai ultrapassar os 150 milhões de euros em 2020! 

IoT Em 2020, com a redução dos custos dos sensores e entrada do 5G, veremos um crescimento exponencial de “coisas” conectadas, o que será um dos principais impulsionadores nas soluções de Big Data, Analytics & AI. O mercado (incluindo sensores e serviços de comunicação) está a crescer acima dos 10% e vai ficar perto dos dois mil milhões de euros! 

 


IDC FutureScape Previsões para a indústria global de IT em 2020 

 

1. A corrida para a inovação

Até 2024, mais de 50% de todo o investimento em IT será diretamente orientado para a inovação e transformação digital (subida face aos 31% de 2018), crescendo a uma TCAC de 17% (versus 2% no resto do IT). 

 

2. Clouds conectadas

Até 2022, 70% dos negócios irão integrar gestão de cloud – nas suas clouds privadas e públicas – através da implementação de tecnologias, ferramentas e processos unificados de gestão de cloud híbrida e multicloud. 

 

3. Expansão do edge

Até 2023, mais de 50% das novas infraestruturas de IT empresarial serão implementadas no edge em vez de em data centers, em contraste com os atuais 10%; em 2024, o número de aplicações edge irá crescer 800%. 

 

4. “Digital innovation factories”

Até 2025, perto de dois terços dos negócios serão produtores prolíficos de software com lançamento diário de código; mais de 90% das novas aplicações serão cloud-native, 80% do código será proveniente de fontes externas e o número de developers crescerá 160%. 

 

5. Explosão das aplicações industry-specific

Até 2023, serão desenvolvidas e implementados mais de 500 milhões de aplicações e serviços digitais através de estratégias cloud-native, a maioria dos quais será orientada para use cases de transformação digital industry-specific. 

 

6. IA inevitável

Até 2025, pelo menos 90% de todas as novas aplicações empresariais irão integrar IA, e mais de 50% das interações em user interfaces vão usar IA em aplicações de computer vision, fala, natural language processing, e até mesmo AR/VR. 

 

7. Promoção da confiança

Até 2023, 50% das empresas G2000 vão eleger um Chief Trust Officer, que fará a orquestração da confiança de forma transversal em áreas como a segurança, finanças, RH, risco, vendas, produção e departamento legal. 

 

8. Todos os negócios as-a-platform

Até 2023, 60% das empresas G2000 vão ter um ecossistema de digital development com milhares de developers; metade destas empresas vão gerar mais de 20% das suas receitas digitais através do seu ecossistema/plataforma digital. 

 

9. “Multi-industry mashups”

Até 2025, 20% do crescimento das receitas virá de ofertas “white space” que combinam serviços digitais de indústrias anteriormente não relacionadas, e um quinto dos parceiros serão de indústrias previamente não relacionadas. 

 

10. A guerra das plataformas tecnológicas

Até 2023, o Top 5 de megaplataformas de cloud pública terá agregado uma quota de mercado de pelo menos 75%; o Top 10 de fabricantes de SaaS pureplay irá gerar em média 20% das receitas de serviços de PaaS em expansão. 

 


1. Até 2024, mais de 50% de todo o investimento em IT será diretamente orientado para a inovação e transformação digital (subida face aos 31% de 2018), crescendo a uma TCAC de 17% (versus 2% no resto do IT).

"É uma aposta segura antever que os investimentos em IT nos próximos cinco anos terão um foco muito diferente dos que os antecederam. O que têm sido modelos baseados em CapEx estão a transitar de forma irreversível para OpEx, o que era on-premises está a mudar para off-premises, o que era fixo está há muito a tornar-se móvel, o que era centralizado expande-se para a periferia e o que era apenas retrospetivo torna-se preditivo e prescritivo." 

- Henrique Carreiro, Diretor IT Insight

 

Impacto no negócio e no IT

  • O investimento no IT vai refletir prioridades digitais; 
  • Vai haver uma transição para modelos menos intensivos e mais estratégicos em todas as áreas de negócio; 
  • Transformação da prestação de serviços e desenvolvimento de aplicações.

 

Estratégia

  • Desenvolver um processo integrado para o planeamento da inovação e transformação digital, tendo em vista vários anos e múltiplos horizontes; 
  • Compreender os fatores de sucesso críticos para a execução… incluindo as próximas nove previsões. 

2. Até 2022, 70% dos negócios irão integrar gestão de cloud – nas suas clouds privadas e públicas – através da implementação de tecnologias, ferramentas e processos unificados de gestão de cloud híbrida e multicloud.

"2020 irá confirmar o conceito de XaaS como novo acelerador da inovação nas empresas, conduzido por uma utilização mais madura de plataformas cloud e por um modelo de organização assente nos canais digitais, em contraponto com os tradicionais. 

Será ainda mais barato e mais rápido inovar, principalmente porque as ferramentas disponíveis para as empresas serão mais diversificadas, permitindo maior acerto na escolha das soluções mais adequadas às suas reais necessidades." 

- Vasco Afonso, Head of Cloud Claranet Portugal

 

Impacto no negócio e no IT

  • A dimensão da gestão de cloud está a tornar-se estratégica; 
  • A escala e a agilidade serão atributos chave para as soluções multicloud; 
  • Ofertas com base em SaaS e API vão dominar o mercado. 

 

Estratégia 

  • Priorizar ofertas de gestão e governance com base em SaaS;
  • Identificar KPI relevantes e mensuráveis para avaliar a gestão multicloud;
  • Chegou o fim do IT bimodal – está na hora de integrar todo o IT num único modelo digital-first. 

 


3. Até 2023, mais de 50% das novas infraestruturas de IT empresarial serão implementadas no edge e não em data centers, em contraste com os atuais 10%; em 2024, o número de aplicações edge irá crescer 800%. 

"Cerca de 10% dos dados gerados pelas empresas são processados fora de um data center centralizado ou na cloud, serão 75% até 2025. A infraestrutura dos DC atuais tem três vezes mais pontos de notificações de dados do que há dez anos e a monitorização remota não foi projetada para suportar esse volume. O edge computing permite ultrapassar esta dificuldade e abre portas para novos serviços, como a IoT. Os fornecedores de IT podem ajudar os clientes rumo à transformação digital." 

- Rita Lourenço, Regional Key Account Manager Iberia APC by Schneider Electric

 

Impacto no negócio e no IT

  • A gestão de ativos e data governance irão transformar- se para se adaptarem a ambientes de IT distribuídos e em larga escala; 
  • O scaling-up do edge vai impulsionar a transição para configurações de IT mais standardizadas. 

 

Estratégia 

  • Modernizar o IT através da virtualização, containers e soluções software-defined para suportar o edge; 
  • Considerar novos parceiros na área de data centers que possam suportar a expansão e operação do edge; 
  • Dar prioridade à otimização das despesas de infraestrutura e comunicação das aplicações. 

 


 4. Até 2025, perto de dois terços dos negócios serão produtores prolíficos de software com lançamento diário de código; mais de 90% das novas aplicações serão cloud-native, 80% do código será proveniente de fontes externas e o número de developers crescerá 160%. 

"A crescente aceleração das iniciativas de transformação digital exige que as organizações integrem o digital no core da sua estratégia, tornando-o parte do seu ADN. Com o crescente volume de dados, torna-se imperativo transformá-los em insights. Soluções de data analytics e IA oferecem novas oportunidades e contribuem para que as organizações sejam mais ágeis e competitivas, e as empresas que não a adotem arriscam-se a ser ultrapassadas por rivais que conseguem gerir melhor e tomar melhores decisões."

- José Oliveira, CEO BI4All 

 

 

Impacto no negócio e no IT

  • Convergência das equipas de IT tradicional e de desenvolvimento digital; 
  • Explosão do ritmo de desenvolvimento de aplicações; 
  • Expansão do papel do developer de criador para, cada vez mais, curador e integrador; 
  • O open source bidirecional torna-se essencial.

 

Estratégia

  • Preparar o negócio para grandes mudanças culturais; 
  • Investir fortemente em sistemas de orquestração e automação; 
  • Envolver com as comunidades de open source; criar uma divisão de open source. 

 


5. Até 2023, serão desenvolvidas e implementadas mais de 500 milhões de aplicações e serviços digitais através de estratégias cloud-native, a maioria dos quais será orientada para use cases de transformação digital industry-specific. 

"Vai haver uma mudança importante quando as novas gerações que entram no mundo laboral forem responsáveis por dinamizá-la. (...) Há duas velocidades: por um lado um esforço para fazer desenvolvimentos que se vão usar no futuro e, por outro lado, aquilo que se usa hoje nas empresas, que é um contraste enorme em comparação com os desenvolvimentos já feitos, o mercado ainda não está preparado para eles. A integração de todos os processos de negócio já devia ser a norma na indústria." 

-Josep María Raventós, Country Manager Sage Portugal

 

Impacto no negócio e no IT

  • Aplicações e serviços emergentes vão redefinir os requisitos mínimos para manter a competitividade; 
  • A democratização do desenvolvimento de aplicações crescerá; 
  • A maior escala das aplicações vai deixar a sua gestão sob pressão. 

 

Estratégia 

  • Desenvolver uma forte inteligência competitiva para o panorama de transformação digital da indústria da empresa; 
  • Integrar o conceito de “digital innovation factory” no centro do planeamento e gestão de produto; 
  • Garantir que “põem todos mãos à obra” no desenvolvimento de forma expandir a “digital innovation workforce”. 

 


6. Até 2025, pelo menos 90% de todas as novas aplicações empresariais irão integrar ia, e mais de 50% das interações em user interfaces vão usar IA em aplicações de computer vision, fala, natural language processing, e até mesmo AR/VR. 

"Em 2020 vamos certamente continuar a assistir a uma maior integração da IA em soluções que suportam diretamente as empresas na prestação de um melhor serviço aos seus clientes. O crescimento exponencial dos dados nas organizações e a sua vertente ética irão potenciar cada vez mais ferramentas inteligentes de tratamento de dados, capazes elas mesmas de sugerir mudanças estratégicas no negócio, as chamadas aplicações "AI-Led" que ajudarão os gestores a compreender melhor a organização e a antecipar as necessidades dos seus clientes." 

- Susana Soares, Diretora de Marketing Fujitsu Portugal

 

Impacto no negócio e no IT

  • Nos próximos anos, uma minoria estratégica de aplicações de inteligência artificial será “AI-Led”; 
  • User interfaces equipadas com IA tornar-se-ão indispensáveis para uma excelente experiência de utilizador; 
  • Haverá um aumento do escrutínio das fontes (e qualidade) dos dados.

 

Estratégia

  • Identificar as aplicações “AI-Led” estratégicas do negócio; 
  • Unificar o governance do negócio e do IT em torno de questões regulamentares e éticas relacionadas com a IA; 
  • Priorizar o desenvolvimento de novas user interfaces que tomem partido das capacidades de IA emergentes.

 


7. Até 2023, 50% das empresas G2000 vão eleger um Chief Trust Officer, que fará a orquestração da confiança de forma transversal em áreas como a segurança, finanças, rh, risco, vendas, produção e departamento legal. 

"A capacidade das empresas de demonstrarem que cumprem a legislação, e demais regulamentação aplicável, é uma preocupação hoje comum à maioria das empresas. Esta função de negócio – o compliance – está gradualmente a transformar-se numa função com um âmbito mais abrangente, que se denomina “confiança”. A confiança é a versão 2.0 do compliance: o respeito pelas normas e princípios aplicáveis, comunicado a todos os stakeholders." 

- Daniel Reis, Partner PLMJ

 

Impacto no negócio e no IT

  • Até 2025, os conselhos de administração de dois terços das empresas G2000 vão exigir uma iniciativa formal de confiança; 
  • Até 2025, a auditoria de algoritmos tornar-se-á obrigatória; 
  • Até 2025, 40% das F1000 vão considerar nas respetivas decisões o “trust score” dos fornecedores.

 

Estratégia

  • Criar “papéis de confiança” para estabelecer responsabilidade pela gestão/ manutenção das guidelines de confiança; 
  • Avaliar iniciativas digitais para medir os seus riscos e impacto na confiança; 
  • Estabelecer ferramentas e boas práticas de assessoria da confiança para monitorar a confiança que os stakeholders têm na organização.

 


8. Até 2023, 60% das empresas G2000 vão ter um ecossistema de digital development com milhares de developers; metades destas empresas vão gerar mais de 20% das suas receitas digitais através do seu ecossistema/plataforma digital.

"Observamos as empresas líderes a criar e a testar estratégias de valor assentes em ecossistemas envolvendo comunidades de desenvolvimento e startups com propostas adjacentes, criando valor adicional. Esta direção estratégica vê-se em Portugal sobretudo nos seguros, telecomunicações e banca. São as grandes empresas que têm capacidade estratégica para experimentar e investir na promoção de ecossistemas de negócio. Estamos a ajudar diversas empresas a potenciar os seus ecossistemas, e esta previsão tem uma grande probabilidade de se realizar em escala." 

- Rui Pereira, Co-Founder Outsystems

 

Impacto no negócio e no IT

  • Os negócios terão de ter uma boa performance enquanto fornecedores de serviços digitais; 
  • Os negócios terão também de tomar partido de outras plataformas e marketplaces; 
  • O departamento do IT vai ter um papel fundamental.

 

Estratégia 

  • Escolher um executivo experiente para liderar e desenvolver esta área; • Identificar sistemas e soluções críticas para o suporte desta componente emergente do negócio; 
  • Tomar partido de outras plataformas e marketplaces, incluindo comunidades de open source. 

 


9. Até 2025, 20% do crescimento das receitas virá de ofertas “white space” que combinam serviços digitais de indústrias anteriormente não relacionadas, e um quinto dos parceiros serão de indústrias previamente não relacionadas. 

"(...) Assistir-se-á a uma evolução no mundo empresarial e institucional semelhante à que se assiste no consumo de serviços disponibilizados em ecossistemas digitais como os sistemas operativos da Apple ou Google, onde no mesmo dispositivo podemos aceder a produtos e serviços de forma singular. No mundo empresarial, as plataformas têm sido fundamentalmente exploradas num nível sectorial, como é o caso das viagens e hotelaria, mas também de alguns operadores como a Uber, que começam a explorar o multi-serviços - transportes, alimentação, e proximamente trabalho temporário ou por projeto."

- Jorge Carrola Rodrigues, Professor Auxiliar Convidado NOVA IMS

 

Impacto no negócio e no IT

  • Será indispensável desenvolver uma visão mais holística das necessidades do cliente; 
  • Terá de existir uma plataforma digital para ecossistemas de parceiros; 
  • A costumer experience irá abranger muitos parceiros digitais distintos.

 

Estratégia 

  • Expandir a esfera de desenvolvimento empresarial bem para lá das parcerias tradicionais intraindústria e entre indústrias adjacentes; 
  • Integrar as iniciativas multi-indústria emergentes com o desenvolvimento de uma plataforma e ecossistema digitais. 

 


10. Até 2023, o top 5 de megaplataformas de cloud pública terá agregado uma quota de mercado de pelo menos 75%; o top 10 de fabricantes de SaaS pureplay irá gerar em média 20% das receitas de serviços de PaaS em expansão. 

"As empresas e as suas estratégias de evolução cada vez mais ágeis e disruptivas para os clientes, disponibilizadas em períodos cada vez mais curtos, terão de ser suportadas prioritariamente e inevitavelmente de forma nativa na nuvem. Será fator crítico de sobrevivência o alinhamento com a exigência crescente dos consumidores e seus padrões de comportamento digital-first, face à concorrência feroz, com know-how e soluções de mercado orientadas para este paradigma." 

- Rodolfo Luís Pereira, Enterprise Solutions Director Noesis

 

Impacto no negócio e no IT

  • Haverá uma seleção mais reduzida de plataformas de cloud pública; 
  • Surgirão mais fornecedores de plataformas e tecnologias multi- plataforma, potenciando a flexibilidade; 
  • Cada vez mais players de SaaS vão apostar no PaaS.

 

Estratégia

  • Escolher cuidadosamente a(s) plataforma(s) multicloud centrais para o negócio;
  • Colocar as tecnologias multicloud no topo da lista de standards técnicos;
  • Selecionar fornecedores de SaaS que estejam a oferecer aplicações modulares e serviços de plataforma com sucesso.
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IT INSIGHT Nº 23 janeiro 2020

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