Workplace Solutions

Um enabler do negócio, não um custo

A pandemia parece que já vai longe, mas a verdade é que a imposição do trabalho remoto trouxe consigo uma oportunidade para repensar o posto de trabalho. Claranet, Lenovo, Logicalis, Microsoft, Noesis e Warpcom debatem o futuro das soluções de workplace

Um enabler do negócio, não um custo

O regime de trabalho remoto levou a uma mudança do paradigma na forma como se perceciona o trabalho e os espaços de trabalho.

Hoje, com o regresso aos escritórios, mesmo que em modelo híbrido, é fundamental que as organizações garantam a produtividade e mobilidade dos seus colaboradores, apostando na adoção de workplace solutions.

A estratégia empresarial e os padrões de trabalho estão a passar por uma das maiores transformações de todos os tempos. Os colaboradores podem estar agora em verdadeira mobilidade e é importante que as organizações encontrem soluções para tornar o escritório moderno novamente atrativo para as suas equipas.

A pandemia alterou a adoção das soluções de mobilidade de forma emergencial. Agora, a compra e implementação destas soluções é mais pensada? O mercado já está mais consolidado?

João Moura, Surface Business Group Lead da Microsoft – “Eu considero que não vamos ter um retrocesso naquilo que foram algumas das alterações que o mercado sofreu. Hoje, olhamos para aquilo que são as necessidades da organização e adaptamos as soluções que existem no mercado. O mercado ainda não está a atravessar uma fase de consolidação ou de estabilidade, porque ainda existem organizações que estão a fazer este caminho, portanto, houve uma adaptação cultural e, continua a haver, e as soluções tecnológicas terão de ser integradas dentro deste panorama”.

Rodolfo Pereira, Noesis

 

Rodolfo Pereira, Diretor de Enterprise Solutions da Noesis – “Houve um ganhar de consciência no período da pandemia. No retomar da ida para os escritórios é necessário garantir que existem soluções que permitam gerir os espaços de uma forma mais concertada, que os colaboradores se sintam mais ligados àquilo que é a nova forma de estar no escritório, mas também ao nível dos clientes, na forma como colocam os seus produtos e serviços aos seus clientes finais. Portanto, há esta dupla necessidade: por um lado, a adoção da mobilidade e apresentação de serviços e, por outro, a lógica dos colaboradores”.

Nuno Casanova, BU Manager Collaboration & Customer Experience da Warpcom – “Os grandes desafios agora não são tanto tecnológicos ou sobre quais são as soluções que vamos apresentar, mas sim o ponto da adoção dessas soluções. Nem todas as pessoas ou departamentos das empresas funcionam da mesma forma e é nossa obrigação aconselhar e criar processos e pôr a tecnologia ao serviço das pessoas. O good enough já não chega, as pessoas querem soluções de qualidade e que se adaptem ao seu trabalho para que este seja otimizado”.

Rui Gouveia, Enterprise Business Manager da Lenovo – “O mercado está mais consolidado e a adoção de soluções é agora muito mais estruturada e com um horizonte temporal de médio/longo prazo e não tanto uma resposta à emergência. A adoção de ambientes híbridos de trabalho é uma realidade. As empresas agora dão muita importância à parte da produtividade e começam a aparecer ferramentas de digital experience, de analítica e de IA. Há uma tendência crescente da otimização do posto de trabalho para os colaboradores conseguirem ser mais produtivos porque o sucesso da empresa depende disso. Nesta fase de transição, há uma oportunidade de renovar e repensar o posto de trabalho”.

À medida que os colaboradores retornam ao trabalho presencial depois da COVID-19, as organizações têm a oportunidade de criar espaços digitais inteligentes que tragam aos colaboradores e às equipas vantagens sobre a sua experiência anterior de teletrabalho. Como podemos tornar o escritório moderno novamente atrativo para os colaboradores?

Pedro Rebelo, Cloud Services Director da Logicalis – “Hoje, temos características que o próprio contexto de pandemia ajudou a acelerar. A pandemia tornou quase obrigatório termos dois vetores principais: a utilização inteligente do tempo e por outro lado, do espaço onde atuamos. Cada vez mais, a reformulação do escritório do ponto de vista do espaço físico e tecnológico é feita de acordo com isso. Durante a pandemia fizemos uma reformulação na Logicalis. Temos agora em salas de reunião maiores, mais confortáveis para uma melhor experiência com dispositivos que permitem ligar a vários stakeholders”.

 

Ricardo Moreira, Claranet

Ricardo Moreira, Managed Workplace Services Director da Claranet – “O regresso ao escritório deve ser feito de uma forma o mais confortável possível para os colaboradores, acompanhada de uma melhor experiência de utilização do escritório. Ao dia de hoje, muito do nosso tempo continua a ser passado em reuniões, ainda virtuais, mesmo no escritório e é notório que as próprias ferramentas de colaboração já estão a combater esse tema com a questão da redução do ruído de fundo, por exemplo. Ainda assim, ainda não conseguimos oferecer no escritório o mesmo tipo de conforto que temos noutro tipo de cenários. A própria evolução das plataformas tem de tornar o espaço de trabalho completamente agnóstico. Portanto, já não é relevante se estamos em casa ou no escritório, é importante sim ter plataformas que permitam continuar a ser produtivo e tirar a melhor experiência de utilização da tecnologia”.

Rui Gouveia, Enterprise Business Manager da Lenovo – “Nota-se alguma renitência dos colaboradores em regressar. As organizações estão até a criar eventos de comeback ao escritório em que oferecem algum tipo de incentivo e que passam pela adoção destes espaços de trabalho renovados e de novos dispositivos. Nos dispositivos existem agora ferramentas que cuidam cada vez mais do bem-estar do utilizador, que proporcionam um maior conforto visual porque as pessoas agora estão muito tempo em frente aos ecrãs, cuidam da questão da ergonomia e da postura do utilizador, ou seja, ferramentas para que o colaborador se sinta bem no escritório, como se sente em sua casa”.

João Moura, Surface Business Group Lead da Microsoft – “O tema anda muito à volta daquilo que é experiência que queremos dar aos nossos colaboradores. Temos feito esse acompanhamento de desenvolvimento de ferramentas. Portanto, toda a adaptação que as ferramentas, quer de software, quer do hardware, estão a sofrer dão resposta a esta necessidade. Não significa que vamos ter uma melhor experiência só no escritório e, portanto, tornar o escritório mais atrativo é importante. Por outro lado, também temos de fazer com que seja possível que as pessoas que estão em casa tenham uma experiência semelhante, próxima e interativa a quem está no escritório”.

Rodolfo Pereira, Diretor de Enterprise Solutions da Noesis – “Houve um shift para o investimento nas condições de trabalho. Há o conforto ao nível do espaço e tudo o que é a envolvente do posto de trabalho, com tudo aquilo que a tecnologia permite e depois também é necessário criar dinâmicas de trabalho que aumentem a experiência de forma de Interligar as pessoas, seja no escritório, seja em casa. Quando estamos no escritório, procuramos ter pontos de encontro ao longo do dia nos diferentes espaços para que seja promovido esse hábito porque sabemos que há coisas que só são discutidas e observáveis quando estamos frente a frente e é uma coisa difícil de passar quando estamos num ambiente virtual”.

Mais do que a alternância entre dois espaços físicos confinados, o escritório empresarial e o home office, as equipas podem estar agora em verdadeira mobilidade. Como é que o 5G pode ser um enabler da mobilidade, e como é que o IT pode garantir a integridade e coesão de dispositivos e utilizadores?

Ricardo Moreira, Managed Workplace Services Director da Claranet – “No caso do 5G, temos de fazer uma análise a dois tempos: aquilo que está a acontecer em Portugal e o que acontece no resto da Europa. Há dois pontos completamente diferenciadores. Um deles é a rapidez do acesso porque não imaginaríamos ter uma rapidez de acesso à Internet através de um dispositivo móvel muito semelhante e, em alguns casos, melhor a do que estamos no escritório em casa. Por outro lado, no que diz respeito aos processos industriais aliado à introdução de IoT e com a disponibilização e democratização do 5G, vamos ter um salto muito grande para aquilo que é a indústria 4.0 e digitalização dos processos industriais. Acredito que os nómadas digitais serão a realidade futura, o que será bom para a economia do país e um avanço tecnológico para algumas regiões”.

Nuno Casanova, Warpcom

 

Nuno Casanova, BU Manager Collaboration & Customer Experience da Warpcom – “O 5G vai democratizar o acesso e apesar do nosso país ter uma boa infraestrutura em termos de redes, o 5G vai permitir outro tipo de tecnologia e outro tipo de acesso. Eu continuo a pôr as pessoas à frente da tecnologia. Agora temos de conseguir que as pessoas utilizem essa tecnologia e tenham um bom uso dessa tecnologia sem comprometer processos e antes pelo contrário, otimizar esses processos. Uma das coisas que eu acho que vai continuar a ser fundamental é a questão da segurança”.

Pedro Rebelo, Cloud Services Director da Logicalis – “Há modelos de negócio que se vão transformar na totalidade relativamente a este tema do 5G. Nós vamos ter uma capacidade de ligação ao endpoint, uma capacidade de colocar inteligência no endpoint e uma capacidade de colocar a questão da segurança que não tínhamos antes, portanto, os negócios vão acabar por se revolucionar. Infelizmente, em Portugal, temos que comentar a duas velocidades. Deveríamos olhar para a segurança como uma commodity. Em vez de estarmos a discutir sobre segurança, deveríamos estar a discutir criatividade, valor e novas soluções de plataformas 5G, por exemplo. O 5G vai revolucionar o tecido empresarial português”.

Como é que as aplicações estão a evoluir e o que é que falta para chegarmos a uma realidade mobile-first?

Rodolfo Pereira, Diretor de Enterprise Solutions da Noesis – “Há três anos pensávamos nas aplicações em modelo desktop e só depois eram feitas transições de algumas funcionalidades para mobile. Hoje, a realidade é inversa. As aplicações que disponibilizamos e construímos são pensadas logo desde o momento zero para uso em dispositivos móveis. Não basta ser rápido, tem de ser usável e fácil de usar. Todo este processo também tem a componente de personalização para dar uma experiência diferente àquilo que são as capacidades nativas que um device possa oferecer. Isto também é um contributo para a credibilidade de uma marca, cada vez mais quem não está presente de forma móvel não pode ser sustentável durante muito tempo. Aquilo que temos visto é o desmembrar de aplicações, pensadas logo de raiz para uma lógica de mobile first, com tudo aquilo que depois a tecnologia permite endereçar de valor”.

 

Pedro Rebelo, Logicalis

Pedro Rebelo, Cloud Services Director da Logicalis – “Hoje, já nem imaginamos que as aplicações não sejam orientadas àquilo que são os modelos de mobilidade. É claramente algo que tem que ser adaptada à mobilidade, ao mundo agile e, sobretudo, seguro. Portanto, a criação das aplicações, tem que ter uma preocupação fundamental que é a experiência de utilização e, havendo a preocupação na experiência de utilização, conceitos como a mobilidade, segurança e colaboração vão aparecer e, naturalmente, acabam por estarem embebidas na criação destas mesmas soluções”.

Ricardo Moreira, Managed Workplace Services Director da Claranet – “O que está no centro da questão é a experiência de utilização. O que se pretende é começar a orientar aquilo que é o browser de um telemóvel, eventualmente de um tablet e depois ir caminhando no sentido de disponibilizar mais interações e mais complexidade para aquilo que são os browsers dos comuns desktops. Quem desenvolve já tem isto em mente. Nem todos os equipamentos estão preparados, quer em termos de memória, quer em termos de procedimentos, para tirar o máximo partido da experiência de utilização de um browser preparado para desktop. Para chegarmos ao mobile-first tem de haver também uma disponibilização de equipamentos cada vez mais musculados para que os utilizadores também possam tirar o máximo partido. Curiosamente, o utilizador que está a utilizar um tablet pode ter a mesma experiência de utilização que o utilizador de desktop porque a capacidade de performance não está no equipamento, mas na cloud”.

Nuno Casanova, BU Manager Collaboration & Customer Experience da Warpcom – “O desafio que poderá ser colocado será uma questão cultural dos responsáveis das empresas de perceber que a mobilidade é uma necessidade imperativa nos dias de hoje. Os colaboradores já não equacionam não ter essa flexibilidade e mobilidade. No caso de Portugal, ainda temos um tecido empresarial um pouco tradicional e que é obrigado pelo mercado a manter os talentos e as novas gerações atraídas dentro da empresa”.

De que forma é que os dispositivos se estão a adaptar a uma realidade de trabalho híbrido?

Rui Gouveia, Enterprise Business Manager da Lenovo – “Do lado dos dispositivos, ainda existem alguns desafios a superar, nomeadamente a questão do trabalho híbrido ou remoto, a mobilidade e a falta de interação social. É necessário que os equipamentos e o software permitam esse trabalho, não descurando a experiência do utilizador. Depois há alguns pontos em que que os dispositivos têm evoluído como a questão da segurança, procuramos também melhorar a experiência do utilizador, melhorando o som e aumentar a qualidade da imagem, por exemplo. A qualidade dos ecrãs tem vindo a aumentar com ecrãs com maior luminosidade, para trabalharmos em ambientes exteriores ou em nossa casa. A questão da autonomia também é essencial para a mobilidade e ainda a questão da conectividade, com a evolução do Wi-Fi para 6E e do 4G para 5G. Os equipamentos são cada vez mais leves, mais finos e há uma melhoria de tecnologias que possibilitem a interação do utilizador com os dispositivos, seja por voz ou pela parte de tátil. Ou seja, os fabricantes respondem à necessidade dos utilizadores e ajustam a sua oferta”.

João Moura, Microsoft

 

João Moura, Surface Business Group Lead da Microsoft – “As questões de mobilidade, leveza e produtividade fazem parte daquilo que é a estratégia de desenvolvimento do hardware da Microsoft, alicerçada nas bases daquilo que é restante switch. Portanto, tudo o que é produtividade e colaboração e o trabalho híbrido e remoto só vieram reforçar aquilo que era já a estratégia de mobilidade e produtividade na componente dispositivos de Surface da Microsoft. Quando falamos em dispositivos, a realidade híbrida faz com que as pessoas acedam a recursos empresariais a partir de casa, fora daquilo que é o paradigma da rede local, e, portanto, obviamente a componente de gestão é importante para garantir que temos o dispositivo securizado ou sabermos qual é o estado das atualizações do sistema operativo. A interligação entre o mundo do hardware e os serviços que permitem fazer esta gestão tem sido uma aposta da Microsoft para tornar a experiência boa para utilizador, mas também para quem gere dentro da organização”.

Ricardo Moreira, Managed Workplace Services Director da Claranet – “O grande diferenciador neste momento é a adaptação dos devices por um modelo cada vez mais na ponta dos dedos, porque os utilizadores querem cada vez mais interagir diretamente com os ecrãs. Do lado dos fabricantes, existe a preocupação de tornar a experiência de utilização cada vez melhor. Para nós, enquanto integradores e parceiros, a nossa visão está na forma como podemos acompanhar este big move. As organizações têm de ter visão de gestão destes devices em qualquer parte. Não podemos esquecer que estes devices vão estar a utilizar redes muitas vezes não tão confiáveis como os sistemas no escritório. Portanto, acaba por ser importante dar equipamentos cada vez mais móveis e cada vez mais interativos, mas ter uma preocupação com aquilo que vai ser o modelo de implementação, o modelo de gestão e, obviamente, o mais importante desta equação, própria segurança desses equipamentos e dos acessos”.

Com cada vez soluções tecnológicas disponíveis, é preciso capacitar os colaboradores de toda a informação para que possam fazer o seu trabalho de forma mais autónoma possível. Como é que as organizações podem atingir esse objetivo?

Nuno Casanova, BU Manager Collaboration & Customer Experience da Warpcom – “Temos tecnologia, soluções, conectividade e inovação. Agora temos que pôr as pessoas a trabalhar com a tecnologia. Temos que adaptar a tecnologia às pessoas e a cada uma das suas funções. As empresas que tenham serviços de adoção têm de adotar uma política de mostrar como é que se pode usar a tecnologia. Um departamento de logística, não é o mesmo que um departamento financeiro e temos que adaptar os processos e as tecnologias a cada um dos setores da nossa empresa, e esse é o grande desafio da adoção da tecnologia porque posso fazer um investimento enorme na melhor tecnologia e o meu espaço de trabalho pode ser o mais moderno, mas se as pessoas não adotarem essa tecnologia, não vai ser um investimento, vai ser um custo. É ter um bom serviço de análise e colocar as pessoas a usarem a tecnologia de forma que lhes seja a amigável, fácil e flexível”.

Rodolfo Pereira, Diretor de Enterprise Solutions da Noesis – “Casar aquilo que são as necessidades organizacionais, dos colaboradores e garantir a adoção escutando essas mesmas pessoas no dia a dia, recebendo esse feedback, consciencializando a organização da necessidade de garantir processos mais eficazes e mais eficientes, é o ponto toque para garantir essa mesma adoção. É encontrar qual é que é a melhor solução para o desafio ou para a cultura da organização, não há uma fórmula mágica, existem enablers e drivers que nos permitem fazer a adoção de determinado tipo de tecnologias, mas o objetivo principal é garantir a adoção de uma forma consistente e ouvir os colaboradores para garantir que, no final do dia, utilizam essa mesma tecnologia. Podemos ter o melhor CRM; se não for alimentado porque não está estruturado da forma certa para que as pessoas possam usar, não vai servir de nada”.

 

Rui Gouveia, Lenovo

Rui Gouveia, Enterprise Business Manager da Lenovo – “É necessário não só disponibilizar ferramentas, mas implementar uma cultura de colaboração para que os colaboradores possam fazer o seu trabalho de forma autónoma. Tem de haver também um balanço entre a questão da segurança, flexibilidade e produtividade porque se só existirem uma série de processos em que os utilizadores se sintam frustrados quando não conseguem fazer o seu trabalho, estes vão encontrar formas alternativas de contornar e comprometer a parte da segurança. No fim do dia, a organização depende da forma eficiente como potencia esta colaboração entre equipas que hoje é fundamental, bem como a necessidade de equipamentos de softwares cada vez mais inteligentes e que potenciam esta melhor experiência do utilizador”.

Pedro Rebelo, Cloud Services Director da Logicalis – “O IT deverá deixar de ser um custo porque a partir do momento em que nós deixamos de ver o IT como um custo, começamos a criar valor. Quando o vemos como um enabler do próprio negócio, estamos a trabalhar numa dimensão diferente. Estamos a trabalhar numa dimensão que permite olhar para a questão dos dispositivos, para a disponibilização de aplicações e para a segurança dos utilizadores de outra forma. Hoje, a segurança não é perímetro; o perímetro é a identidade e, portanto, só e apenas depois desta transformação em que o IT deixa de ser visto como um custo e passa a ser visto como um enabler do negócio é que tudo floresce, e a pandemia veio ajudar nessa componente”.

João Moura, Surface Business Group Lead da Microsoft – “A componente de capacitação é importante do ponto de vista do colaborador e do end user, mas também do ponto de vista do IT, ou seja, capacitar o IT é tão importante quanto a capacitação do end user, precisamente para para mitigar este efeito e deixarmos o próprio IT que é no fundo, quem vai ter de assegurar as condições para o utilizador final, para que ele também esteja à vontade e olhe para tal como valor e não apenas como um custo, e consiga defender esse investimento dentro da organização”.

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