O futuro da mobilidade empresarial

Depois de um ano marcado pelos desafios impostos pelo trabalho remoto, a Alcatel-Lucent Enterprise, a Claranet, a Fortinet, a HP, a Informantem, a Noesis e a SOTI partilham a sua visão sobre as oportunidades e o futuro da mobilidade empresarial

O futuro da mobilidade empresarial

Depois de um período de preparação, de alterações de hábitos e de criação de infraestruturas em que as pessoas se habituaram a estar muito mais móveis, no sentido em que não estão necessariamente no escritório, grande parte das organizações procura agora implementar uma estratégia de mobilidade empresarial.

Esta é uma tendência crescente, uma vez que a flexibilidade e eficiência possibilitadas pela mobilidade empresarial podem oferecer benefícios como o aumento da produtividade e a redução de despesas. No entanto, é fundamental que as empresas definam uma política de compliance, garantido uma segurança sem perímetro.

Os novos desafios e oportunidades

A pandemia mostrou as fragilidades que as organizações tinham em termos de mobilidade. Há agora novos desafios e oportunidades que se colocam às organizações neste novo contexto que experimenta agora a liberdade de movimentos e que está muito mais bem preparada para a mobilidade.

Pedro Dias, Country Manager da Alcatel-Lucent Enterprise, aborda a diferença do termo mobilidade e teletrabalho, uma vez que “no pico do confinamento a única coisa que nós não tivemos de todo foi mobilidade. Nenhuma empresa estava, a menos que coincidisse com algum planeamento estratégico de alteração do seu modelo de trabalho, preparada num espaço de tempo tão curto, para mover toda a sua força de trabalho para teletrabalho” e partilha a opinião de que, “no chamado novo normal, vão existir duas componentes: a componente social, ou seja, as alterações nas empresas e nas pessoas que todo este período vai provocar e, derivado dessas alterações sociais no modelo de trabalho, a componente tecnológica que terá que responder e de permitir aos clientes ajustar a capacidade de trabalho a essas decisões”.

Já Paulo Pinto, Business Development Manager da Fortinet, acredita que se as pessoas continuarem a produzir como esperado, a verdadeira mobilidade vai acontecer agora. “Para além da questão social, os desafios que vão surgir disto para as organizações estão relacionados com os riscos, uma vez que as pessoas vão começar a partilhar mais dados através de canais, vão estar mais expostas e algumas não têm muita experiência. Vai existir uma capilaridade muito maior nas comunicações e tal pode transformar-se até num argumento contra a mobilidade”.

“As oportunidades vêm das exigências em termos de serviços. Novas tecnologias, como o 5G, vão representar oportunidades de criar um dia a dia mais ligado entre pessoas e organizações, apoiadas na prestação de serviços, na monitorização e por aí fora”, refere.

Para Miguel Souto, Partner Business Manager da HP, a pandemia mostrou as fragilidades das empresas, mas também mostrou a capacidade destas resistirem. “Foi impressionante ver as empresas reinventarem a forma de trabalhar e a capacidade das equipas colaborarem muitas vezes sem a tecnologia correta”.

“A cultura empresarial talvez seja o maior desafio à mobilidade. A descentralização do próprio trabalho, os processos inerentes à gestão das equipas, as identidades corporativas e o bem-estar dos colaboradores são também desafios com os quais as empresas têm de lidar”, indica. Esta transformação gerou também oportunidades sem precedentes. É importante relembrar que foi o teletrabalho que permitiu à maioria das empresas continuar a operar, demonstrando que a mobilidade é também uma poderosa ferramenta de resiliência e continuidade de negócio”.

A Channel Specialist Iberia da SOTI, Carolina Pereira de Sousa, explica ainda que, na ausência de uma boa ferramenta de gestão e de segurança para todo o tipo de dispositivos, há mais tendência para surgirem problemas, como, por exemplo, ataques cibernéticos que podem comprometer a empresa.

Houve um aumento de cerca de 35% deste tipo de ataques no início da pandemia. “Precisamos de soluções eficazes na eventualidade de haver problemas para que este seja resolvido o mais rapidamente possível, por exemplo, utilizando ferramentas como o controlo remoto. Isto é tanto para o administrador de IT que resolve o problema, bem como para o colaborador que, enquanto o problema não é resolvido, tem uma quebra de produtividade”.

A nível de oportunidades, Carolina Pereira de Sousa destaca três pontos importantes: a flexibilidade, a felicidade no trabalho e o poder de escolha. “Para mim, havendo boas ferramentas de segurança e de gestão, as vantagens são inúmeras, não só em teletrabalho, como também trabalho híbrido”.

O futuro da mobilidade

Existe agora um novo paradigma da forma de trabalho, de colaboração e até de educação e aprendizagem, em que a pandemia constituiu um enabler da transformação e a maioria das empresas aposta cada vez mais no fator mobilidade.

Para Ricardo Magalhães, Senior Manager e Enterprise Solutions da Noesis, “houve uma adaptação em vários momentos e esperamos estar hoje numa fase mais madura na grande maioria das organizações. No entanto, os desafios inerentes à pandemia estão relacionados com o facto de como é que as organizações vêm os dilemas de manter uma força de trabalho produtiva, o contacto com os clientes, ao mesmo tempo que respeitam e se adaptam às várias medidas que foram impostas pela situação”.

“Parece-me que o modelo híbrido vai passar a ser uma obrigatoriedade para a grande maioria das organizações, isto se quiserem manter a sua força de trabalho e o local onde trabalhamos deixa de ser tão relevante. Abre-se um conjunto de oportunidades não só das empresas nacionais para contratar, mas também das internacionais virem cá contratar”, diz.

Na perspetiva de José Rodrigues, IT Key Account Manager da Informantem, estamos numa etapa de mobilidade que permite escolher e decidir onde o funcionário quer trabalhar.

“A pandemia fez com que todos nós conseguíssemos aprender formas de trabalhar diferentes com esta questão da mobilidade. Portanto, a nossa localização acaba por ser uma questão móvel, o que permite às empresas, e também aos funcionários, uma maior rentabilidade e uma gestão do esforço diferente”, explica.

“Os escritórios passam, assim, a ser espaços de colaboração, onde as pessoas apenas vão para se reunir. Possivelmente, os escritórios irão sofrer uma transformação e poderão ficar até mais reduzidos para que a mobilidade seja mesmo implementada”, acrescenta.

“A mobilidade trouxe um impacto na questão das redes que eram muito alavancadas no acesso às aplicações. Muitas delas estavam on-premises e esta transformação provou que as pessoas podem trabalhar em vários sítios e que até as redes podem ser mais desmaterializadas”, diz João Justo Gonçalves. Business Developer Digital Connectivity da Claranet. Na sua perspetiva, o acesso ao Wi-Fi acaba por ser uma necessidade, uma vez que os colaboradores já não se vão ligar por cabo. “Quando se fala em colaboradores, fala-se em pessoas da empresa, corporativos, guests ou sub-contratados e as redes têm que ser capazes de fazer essa distinção e de ter métodos de autentificação”.

“Os serviços de gestão na cloud, com a flexibilidade que oferece, acaba por ser uma opção interessante cada vez mais avaliada do ponto de vista da gestão do IT”, afirma.

A adoção de soluções de workplace

A realidade atual potenciou uma transformação em termos da adoção de soluções de workplace e até da forma como se perceciona o mercado por parte das organizações portuguesas que precisam de garantir a produtividade dos seus colaboradores.

Para Miguel Souto, da HP, a palavra resiliência ganhou uma importância diferente na pandemia. “A maioria dos clientes estão a redefinir as suas políticas e frameworks do workplace para esta realidade híbrida. As equipas de IT estão a procurar balancear aquilo que são as prioridades para responder às exigências desta mudança, procurando soluções que potenciem a produtividade e que incrementem a experiência dos seus utilizadores”.

“Num estudo recente realizado pela HP, 87% das empresas inquiridas incluem, hoje, a experiência do utilizador nos principais KPI de gestão de IT. Fazer o empowerment dos colaboradores, independentemente de onde estejam a trabalhar, com a ajuda da tecnologia revelou-se um elemento de produtividade e de continuidade de negócio”. A par disto, “tem havido um incremento da procura pela inclusão de modelos mais sustentáveis no consumo de tecnologia”.

Carolina Pereira de Sousa, da SOTI, acredita que as empresas perceberam que não estavam preparadas para o teletrabalho ao nível de infraestruturas, uma vez que não havia portáteis para todos, e ao nível de segurança porque se acabaram por usar dispositivos pessoais, muitas vezes sem ferramentas de proteção, como o antivírus.

“Uma das formas de aumentar a produtividade é ter objetivos mensuráveis em que a vertente mobilidade/localização não interfere, conhecer o que o mercado oferece antes da tomada de decisões é muito importante para uma escolha acertada e usar as soluções tecnológicas mais indicadas a cada empresa, daí ter de haver um estudo antes da tomada de decisões. Isto porque o trabalho remoto bem estruturado pode aumentar a produtividade dos colaboradores, daí muitas empresas terem optado pelo regime de escolha entre o trabalho híbrido ou presencial”, explica.

José Rodrigues da Informantem afirma que nem todas as empresas estavam preparadas para adotar soluções de mobilidade. “Podemos ver que, talvez, as nossas redes e comunicações não estavam preparadas para garantir tantas reuniões. O mesmo aconteceu com o consumo da largura de banda”.

“Temos também a adoção de soluções de colaboração e de formação para os colaboradores. Por outro lado, também a maior parte dos fabricantes mundiais não estavam preparados para responder a tantas solicitações por parte dos clientes e não tinham hardware para entregas. Há empresas que também já fazem o incremento de equipamentos para os stocks internos a nível de portáteis e tablets para combater esta lacuna que existe entre alguns fabricantes”, refere.

Já Ricardo Magalhães, da Noesis, explica que “as pessoas têm de ter ferramentas como os acessos VPN que, num primeiro momento, foram multiplicados para todos os colaboradores para fazer o acesso aos sistemas que as organizações já tinham. Houve ainda uma grande portabilidade de sistemas de infraestruturas e de soluções para que os colaboradores possam ter as ferramentas e as condições adequadas para poderem funcionar nestes modelos”.

Na sua perspetiva, o trabalho remoto leva também a uma necessidade de adequação na componente de recursos humanos que tem de ser necessariamente adequado, não só na parte contratual, mas também ter em atenção todas as outras vertentes.

“As condições têm de ser as adequadas às organizações e devem ter em conta o equilíbrio profissional e pessoal dos próprios colaboradores”.

Gestão eficaz dos dispositivos

Numa organização, a gestão eficaz dos dispositivos fisicamente presentes e ligados remotamente é um dos pontos mais importantes. Num mundo híbrido, em que os colaboradores tanto trabalham no escritório clássico como milhões de novos escritórios que nasceram durante a pandemia, é cada vez mais importante fazer uma gestão eficaz dos dispositivos fisicamente presentes e os ligados remotamente à rede da organização.

“Precisamos que os dispositivos sejam geridos a nível de conteúdos e segurança de forma a evitar problemas, falhas nos dispositivos e para que os colaboradores da empresa tenham acesso só ao que lhes é necessário. Para uma gestão eficaz também ajuda o facto de se poder gerir com o mesmo software vários tipos de dispositivos, bem como vários sistemas operativos como o Android, iOS, Windows ou Linux”, diz Carolina Pereira de Sousa SOTI. “Também em caso de perda dos dispositivos, deve existir a possibilidade de bloquear toda essa informação para que ninguém tenha acesso. Outra mais valia é poder criar aplicações em minutos, sem qualquer tipo de conhecimento de programação e a assistência por controlo remoto, poupando tempo e a quebra de produtividade será bastante menor”.

Para João Justo Gonçalves, da Claranet, a questão fundamental relativamente à gestão dos dispositivos deve-se ao facto de só podermos gerir aquilo que for visível sobre o que está ligado à rede.

“Agora, a minha rede está desmaterializada, portanto, eu tenho que perceber melhor qual é o tipo de dispositivo que está ligado à rede, qual o sistema operativo, se de facto aquela pessoa é owner e se aquela autenticação é correta. Os processos de autenticação cresceram muito com a pandemia e tornam-se fundamentais para gerir os dispositivos”, indica.

Na sua visão, essa gestão está agora muito alavancada por plataformas de gestão que a rede, hoje em dia, permite ser feita a partir da cloud e, portanto, “tenho essa capacidade com maior flexibilidade, porque os próprios fabricantes evoluíram também as suas ofertas nessa área”.

Pedro Dias, da Alcatel-Lucent Enterprise, revela que, num cenário de pandemia, o IT enviou para cada um dos funcionários um access point que entra em contacto com a infraestrutura na cloud e disponibiliza automaticamente duas redes: uma rede corporativa que segue todas as políticas corporativas da empresa, que tem prioridade de acesso e uma rede para toda a família que têm as condições necessárias. Em caso de conflito, a rede corporativa acaba por ter prioridade no tráfego.

“No nosso caso, a ferramenta de colaboração que apresentamos permite à empresa gerir remotamente todas as definições. É importante definir todas estas políticas, por forma a que eu consiga muito rapidamente fazer chegar aos utilizadores, onde quer que eles estejam em teletrabalho, um conjunto de regras, políticas e aplicações empresariais corporativas, nas condições que centralmente a empresa decidiu”, diz.

Paulo Pinto da Fortinet divide a gestão e eficácia dos dispositivos em duas áreas. “A área da arquitetura integrada, uma vez que está tudo disperso, existem pontos edge e dispomos de uma capilaridade enorme nas nossas infraestruturas. Hoje, o escritório está em casa das pessoas e na cloud. Portanto, temos de ter a capacidade de ter visibilidade dos elementos e de forma integrada. Se eu quiser fazer push de uma política para um switch, para um AP que está em casa de um colaborador ou para um dispositivo que está a tentar aceder a um determinado recurso da organização, eu tenho que ter isso preparado. Temos que ser rápidos e decidir qual é a ação executar. Essa ação exige uma arquitetura integrada com a gestão centralizada, partir de um único ponto”.

“E por outro lado, a questão de otimizar esta gestão e capilaridade tem muito a ver com o modelo de segurança que temos que implementar, uma vez que o modelo tradicional está sobre ataque”, explica.

O aumento da mobilidade afetará a segurança e a compliance das instituições?

Durante a pandemia, foram várias as organizações que foram atacadas. Com os dispositivos mais longe da vigilância direta do IT, os colaboradores instalam agora as suas próprias ferramentas, aumentando a vulnerabilidades das redes e colocando desafios acrescidos em termos de cibersegurança.

Para José Rodrigues, da Informantem, a única forma de manter a compliance das instituições é garantir que todos os seus dispositivos e equipamentos que estão na rede são dotadas de soluções e metodologias que obriguem os utilizadores, dentro da sua liberdade, a cumprirem com os requisitos implementados pela instituição.

“Inicialmente, algumas instituições sofreram ataques devido a falhas de segurança porque ainda não se tinham dotado de qualquer medida ou solução que promovessem a mobilidade. Quando temos dispositivos que não estão na rede e que acedem à nossa rede, isso pode representar uma falha segurança e perdas de informação”, refere.

Por outro lado, Miguel Souto, da HP, explica que a pandemia criou uma alteração no próprio comportamento dos utilizadores.

“Hoje, correm mais riscos. Um estudo realizado pela HP, demonstra que mais de 30% dos inquiridos, admitiu permitir, durante a pandemia, a alguém em sua casa que usasse o seu PC empresarial para outras tarefas, apesar de ter consciência que era uma prática não compliance. Estimamos que mais de 70% dos incidentes em cibersegurança tenham origem em algum tipo de endpoint e a verdade é que qualquer computador é um moderno dispositivo de IoT com avançadas capacidades de captura, processamento, armazenamento e distribuição de dados”, afirma.

“Existe uma tendência muito positiva, e que era expectável, de todos os fabricantes de hardware estarem cada vez mais a investir e integrar tecnologia de segurança nos seus dispositivos”, acrescenta.

Já na perspetiva de Paulo Pinto da Fortinet, a cloud está a ganhar preponderância. “Ocorreu uma migração em massa de recursos nos últimos tempos. Começaram a disponibilizar serviços a partir de infraestruturas na cloud, num ambiente muito híbrido e mesmo os mais céticos têm que se render a essa evidência e esta é uma tendência que vai continuar. No entanto, a segurança não está a ser pensada como um todo e estão a ocorrer muitas situações de vulnerabilidades ao nível dos workloads que estão a ser utilizados na Internet e de infraestruturas que estão a ser usadas sem as devidas precauções. Uma das áreas de atuação é o sistematizar do modelo de segurança na cloud e é importante criar arquiteturas de segurança, tal como se cria on-premises nos data centres e a responsabilidade de montar uma arquitetura e fazer o controlo de todo o tráfego e acesso sobre esses workload continua a ser das organizações”.

Os novos modelos de trabalho remotos e híbridos

Com o regresso ao escritório e os novos modelos de trabalho remotos e híbridos, os decisores de IT começam agora a ajustar os seus investimentos de networking.

“O novo normal atacou as prioridades dos gestores de IT. Há um ano a grande preocupação era colocar as pessoas a trabalhar em casa e, numa fase inicial, os investimentos estavam voltados para as VPN, trabalho remoto, etc”, afirma João Justo Gonçalves da Claranet. “Houve um stress enorme com a utilização dos dispositivos, até entramos numa nova normalidade, em que muitas empresas perceberam que os dispositivos móveis portáteis tem de ser dispositivos com capacidades entreprise. Agora, o regresso ao trabalho, coloca a situação de que as pessoas já não estão necessariamente ligadas por cabo e podem estar a trabalhar por Wi-Fi”.

“Houve um aumento de produtividade e de conectividade do ponto de vista networking. Estes projetos estão agora a ser equacionadas, tendo em conta esta questão de que as pessoas vão regressar nos dispositivos móveis portáteis e têm de se ligar com garantias de segurança”.

Na perspetiva de Ricardo Magalhães, da Noesis, é preciso dotar a capacidade de networking das organizações e fazer uma gestão do próprio espaço físico.

“Com o trabalho híbrido, as organizações vão ter de se reajustar e por isso também há uma procura de sistemas que possam ajudar as próprias organizações a fazer essa gestão e que possam servir, por exemplo, como self-service para próprios colaboradores definirem a sua etapa de trabalho para um determinado período, ou seja, poderem verificar, reservar lugar dentro dos escritórios, etc. Há uma procura cada vez maior deste tipo de sistemas”, refere.

Pedro Dias da Alcatel-Lucent Enterprise explica que “se recuarmos alguns anos, a referência do ponto de vista de acesso, de qualidade ou de tecnologia era o da empresa. Hoje, e acentuado pela pandemia, quase que vivemos o oposto uma vez que em casa já temos características tecnológicas muito elevadas. Assim, no regresso ao escritório, muitos dos colaboradores vão encontrar uma infraestrutura de networking que possivelmente não foi atualizado durante o último ano porque o investimento das empresas não foi canalizado para essa área”.

“Os utilizadores têm portáteis e vão exigir mais da rede Wi-Fi. É o Wi-Fi que influencia a infraestrutura de switching e esta vai precisar de ser atualizada porque se eu apenas fizer um update para o Wi-Fi 6 e não mudar o meu switching, é ele que me vai bloquear toda a qualidade de serviços que o Wi-Fi passará a disponibilizar”, conclui.

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