O boom das aplicações nativas da cloud impulsionou a eficiência e a inovação nas empresas.
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A sua agilidade acelera a entrega de produtos e serviços, enquanto a escalabilidade e a automatização optimizam recursos e simplificam a gestão. No entanto, muitas aplicações críticas ainda operam em ambientes virtualizados. A modernização requer uma abordagem que integre essas cargas de trabalho com arquitecturas nativas da cloud. Longe de ser obsoleta, a virtualização permanece fundamental na modernização e atua como uma ponte para a cloud híbrida, permitindo abstrair recursos e criar ambientes flexíveis e portáteis. Por isso, muitas organizações combinam VMs e contentores numa mesma plataforma, para uma gestão unificada e eficiente. A abordagem de cloud híbrida ganha relevância ao integrar a virtualização em plataformas cloud-native modernas. Esse modelo facilita a migração fluida de aplicações mais antigas para ambientes mais ágeis, maximizando o desempenho, a segurança e a escalabilidade. Permite aproveitar simultaneamente a infraestrutura existente e as nuvens públicas, combinando o melhor dos dois mundos. Uma das vantagens mais valorizadas da cloud híbrida é a possibilidade de manter dados sensíveis no local. Para organizações com altos requisitos de segurança ou conformidade regulamentar, esta abordagem garante o controlo sobre informações críticas, sem abrir mão da elasticidade da cloud pública para gerenciar picos de demanda ou cargas intensivas de processamento. Esta flexibilidade é essencial em aplicações críticas. Por exemplo: uma empresa pode manter a sua base de dados principal nos seus próprios servidores e usar a cloud pública para serviços web e/ ou análise. A cloud híbrida permite uma gestão granular dos componentes, adaptando cada um às necessidades do negócio e da operação. Neste contexto, a virtualização não representa uma barreira à modernização, mas um facilitador que simplifica a transição para a cloud híbrida. Existem soluções que integram máquinas virtuais e contentores no mesmo ambiente, simplificando a automatização e permitindo que as aplicações evoluam ao ritmo que cada organização necessita. Um exemplo desta aplicabilidade é a Universidade de Gotemburgo (uma das maiores do norte da Europa). Ao desenvolver o seu novo site, esta encontrou limitações no seu ambiente de máquinas virtuais. Para superá-las, adoptou o Red Hat OpenShift, que fornece a base para o seu site e projetos de investigação. Graças ao OpenShift Virtualization, a universidade pode executar máquinas virtuais juntamente com contentores, facilitando a modernização coerente das suas aplicações. No setor aeroespacial, a Lockheed Martin também colabora com a Red Hat para modernizar o seu desenvolvimento de software. O OpenShift Virtualization permitiu-lhes transferir cargas virtualizadas para contentores, administrando- as a partir de um único ponto com a Red Hat OpenShift, o que melhora a agilidade e a eficiência operacional. O comércio eletrónico é outra área em que a modernização traz vantagens competitivas. A Sahibinden.com, plataforma líder de anúncios classificados na Turquia, precisava de reforçar a sua posição face a novos concorrentes. Para isso, migrou as suas máquinas virtuais para fluxos de trabalho baseados em contentores com o Red Hat OpenShift, implementados na sua cloud privada. Esta arquitetura, juntamente com práticas DevOps, reduziu os incidentes em 97%, acelerou o tempo de comercialização e consolidou a sua reputação como referência em inovação tecnológica. Num mundo digital em rápida evolução, a cloud híbrida consolida-se como a estratégia ideal para modernizar o núcleo empresarial. Uma abordagem aberta e flexível, baseada em tecnologias como a Red Hat OpenShift e a virtualização, permite que as organizações adotem a cloud ao seu próprio ritmo, garantindo segurança, eficiência e competitividade sustentada.
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