A Start Campus lançou o START Rise Challenge em Portugal. Iniciativa visa apoiar startups de IA e ligar talento ao ecossistema tecnológico
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A Start Campus anunciou o lançamento do START Rise Challenge, uma iniciativa nacional desenvolvida em parceria com a Porto Business School para identificar e apoiar startups focadas em Inteligência Artificial (IA) em Portugal. O programa pretende reforçar a ligação entre talento emergente, infraestrutura tecnológica e ecossistema empresarial, promovendo a criação e escalabilidade de soluções baseadas em IA. A iniciativa assume-se como uma plataforma de ativação do ecossistema empreendedor, combinando mentoria, visibilidade e acesso a parceiros tecnológicos. O objetivo é acelerar o desenvolvimento de projetos com potencial de crescimento e impacto no mercado. Enquanto promotora do Sines Data Campus, a Start Campus posiciona esta iniciativa como parte de uma estratégia mais ampla para suportar o crescimento de empresas de base tecnológica, tirando partido de infraestruturas preparadas para workloads de IA. O programa inclui eventos em várias regiões do país, com o objetivo de mobilizar startups, investidores, incubadoras e universidades, culminando numa final nacional em Lisboa. Entre os incentivos previstos, a startup vencedora terá acesso a benefícios do programa Microsoft for Startups, incluindo créditos cloud, ferramentas de desenvolvimento e apoio técnico, bem como integração numa rede de parceiros e mentores. Robert Dunn, CEO da Start Campus, refere que a iniciativa visa reduzir a distância entre a ambição empreendedora e os recursos necessários para escalar soluções de IA, destacando o potencial de Portugal como hub de inovação nesta área. Também José Esteves, dean da Porto Business School, sublinha a importância de criar condições para que projetos com base em IA possam evoluir até ao mercado, beneficiando de maior visibilidade e apoio estruturado. A iniciativa reflete o crescente foco na criação de talento e inovação em torno da IA, num contexto em que infraestruturas digitais, acesso a cloud e capacidade de processamento se tornam fatores críticos para a competitividade das startups tecnológicas. |