As expectativas elevadas em relação aos últimos LLMs (modelos de linguagem grandes), deram lugar à deceção para muitos. O hype em torno destes tem vindo a desvanecer, ao passo que os SLMs (modelos de linguagem pequenos) têm vindo a ganhar protagonismo com justa causa, ao oferecer vantagens claras em eficácia de custos, adaptabilidade e velocidade de implementação muito superior, que vai de encontro às necessidades específicas do negócio.
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Antes de implementar a IA, as organizações devem determinar qual o modelo que melhor corresponde aos seus objetivos. Os LLMs são projetados para ser universais e com um conhecimento amplo, mas reduzido em cada vetor em particular, como tal, não oferecem respostas particularmente específicas e introduzem o risco de alucinações difíceis de mitigar. Por outro lado, os SLMs são versões menores e especializadas, treinadas com conjuntos de dados reduzidos e delimitados/direcionados para sectores ou temas específicos (como o sector da saúde). Trabalhar com modelos pequenos permite uma adaptação dinâmica, integração contínua de dados e ciclos de treino muito mais rápidos. Além disso, geram uma economia de custos significativamente mais vantajosa quando comparados com os “investimentos milionários” exigidos pelos LLMs. Neste contexto, “pequeno” significa: específico para cada necessidade, rápido e permutável. O uso de SLMs reduz a dependência de grandes fornecedores opacos e distanciados da privacidade dos dados de cada organização, catalisando assim o processo de “own your stack and own your data”, por outras palavras: permite alcançar a soberania digital. Da melhoria de respostas às chamadas de funções externas Até mesmo os grandes fornecedores já oferecem modelos pequenos que otimizam os LLMs base, por meio de duas abordagens:
vLLM e llm-d como blocos de construção modernos O dinamismo atual do setor de IA destaca dois desenvolvimentos da comunidade open source:
A segunda inovação é uma camada de agendamento inteligente que amplia a API do Kubernetes Gateway para rotear as solicitações em tempo real para a instância com a performance ideal. A cloud híbrida como base da infraestrutura Para evitar a dependência de um único fornecedor (vendor lock-in), recomenda-se uma plataforma de código aberto, híbrida e flexível. Esta arquitetura permite treinar e ajustar modelos nos hyperscalers “GPU farms”) e depois implementar os mesmos para uso produtivo, em ambientes locais (on-premise) ou no perímetro (Edge), conciliando assim a segurança de dados locais com o minimizar do uso da dispendiosa potência de cálculo nas clouds. Eliminar as limitações de infraestruturas isoladas, permite usar qualquer modelo em qualquer acelerador e cloud, sem custos exorbitantes e sem limitações técnicas intransponíveis. Neste cenário, uma abordagem de IA em “swarm AI”, baseada na conexão de múltiplos modelos pequenos para tarefas específicas, perfila-se como a alternativa de futuro mais promissora e independente para o trabalho diário das empresas.
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