No seguimento de grandes mudanças na manufatura, a IDC indica que houve um investimento acelerado em tecnologias de ponta e otimização de processos
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O panorama da indústria transformadora mudou significativamente nos últimos dois anos. Como resultado, houve um investimento acelerado em tecnologias de ponta e otimização de processos no sentido de melhorar a resiliência e agilidade operacional, indica a IDC, pelo que as organizações do setor têm vindo a investir em tecnologias que permitem operações remotas, automação, integração e colaboração, que apoiam a tomada de decisões orientadas por dados. Segundo o IDC FutureScape: Worldwide Manufacturing 2022 Predictions – APeJ Implications, publicado pela IDC, a escassez de talento e eventuais constrangimentos enfatizaram a necessidade de automação de hardware e software, com o intuito de acelerar o aumento da força laboral, assim como priorizar as capacidades remotas para escalar a manutenção e otimização de ativos. No documento, a IDC identifica as dez principais previsões para ecossistemas que priorizam o remoto e a colaboração em 2022 e nos próximos anos, fornecendo às organizações o contexto e os motores subjacentes a investimentos em IT que apoiem um fabrico autónomo e orientado pelos dados. "As organizações de manufatura sentiram uma grande necessidade de lançar e acelerar projetos de transformação digital para resolver as crescentes disrupções na cadeia de valor e a volatilidade", disse Sampath Kumar Venkataswamy, senior research manager em Manufacturing Insights na IDC. Mais, acrescenta que “o foco tem estado nas intervenções conduzidas pela tecnologia que permitem a captura de dados em tempo real, que permitem às organizações minimizar os riscos operacionais. Os investimentos nos canais de comércio digital assistiram a uma subida que aumenta invariavelmente as pressões de cumprimento que exigem que os fabricantes dependam de quadros ágeis", acrescentou. As previsões da IDC para as organizações baseadas na APeJ são as seguintes:
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