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Depois da pandemia, os decisores preparam-se para o workplace do futuro

Novo estudo da Aruba revela de que forma os decisores de IT estão a ajustar os seus investimentos de networking aos novos modelos de trabalho remotos e híbridos.

Depois da pandemia, os decisores preparam-se para o workplace do futuro

Ao longo dos últimos meses, a forma como trabalhamos e como encaramos os processos de negócio mudou profundamente. Empresas que nunca ponderaram possibilitar o teletrabalho viram-se forçadas a colocar a maioria, se não a totalidade, da sua força laboral a trabalhar remotamente. Mesmo para empresas que já tinham adotado alguma forma de trabalho remoto foi um desafio para manter a continuidade de negócios. Tudo isto levou, com maior ou menor intensidade, a reestruturações profundas nos processos de negócio dentro das empresas, com investimentos na transformação digital, em ferramentas de colaboração, e nas diversas tecnologias de segurança e networking necessárias para viabilizar a quase total descentralização dos processos de negócio.

Como todas as mudanças que a nossa sociedade experienciou ao longo dos últimos meses, isto não é algo que possa ser revertido após a pandemia – a cultura empresarial está a mudar, e o IT terá de mudar com ela, com maior ênfase na mobilidade, acesso remoto, gestão inteligente das redes e cibersegurança.

O novo estudo “Preparing for the post-pandemic workplace: how IT decision-makers are responding to COVID-19”, realizado em conjunto pela Aruba e a consultora Vanson Bourne a 2.400 decisores na área de IT, revela a forma como os departamentos de IT em todo o mundo foram afetados pela pandemia de COVID-19 e como estão a adaptar as suas prioridades e investimentos a esta nova realidade.

O impacto do COVID-19

Este estudo deixa claro que, para a maioria das empresas, o COVID-19 teve um impacto significativo tanto a nível dos projetos de IT como dos colaboradores. 22% dos inquiridos referiu ter sentido um impacto significativo (layoffs generalizados ou encerramento) e 52% um impacto moderado (redução temporária da atividade). Apenas 6% relatou não ter sentido um especial impacto, e 19% referiram que apenas alguns postos foram afetados.

Isto, naturalmente, traduziu-se em mudanças nos planos de investimento em networking, tendo 77% dos decisores relatado que adiaram projetos e 28% que chegaram a cancelar alguns.

Planos de investimento

Segundo o estudo, embora muitos decisores de IT relatem o cancelamento ou adiamento de projetos devido à pandemia, muitos estão também a planear investir mais que nunca em capacidades-chave necessárias para dar resposta às novas necessidades dos negócios e dos colaboradores. Deparados com os desafios de oferecer conetividade a equipas descentralizadas, os decisores começam a olhar para tecnologias como automação e gestão remota de redes para aliviar a pressão sobre as equipas em ambientes híbridos cada vez mais exigentes. Soluções como o Aruba central, plataforma cloud-native que funciona como centro de comando de todas as operações em infraestruturas LAN, Wireless LAN, VPN e SD-WAN, permitem facilmente conectar os colaboradores a serviços na cloud ou on-premises. 

Em conjunto com pontos de acesso remoto IAP-VPN e clientes VPN como o Aruba VIA, torna-se possível disponibilizar recursos completos de rede corporativa para colaboradores e locais remotos de forma segura e unificada.

A nível global, 74% dos inquiridos estão a manter ou a aumentar o seu investimento em tecnologias SD-WAN ou SD-Branch, enquanto apenas 20% estão a reduzir. 83% planeia manter ou aumentar o seu investimento em cloud-based networking, 74% em infraestrutura de campus switching e 81% em networking para data center. Também 35% dos inquiridos afirma planear o aumento do seu investimento em tecnologia de networking com base em IA, e outros 35% em edge computing.

Hábitos de consumo 

Adicionalmente, este estudo revela que os decisores de IT estão também a mudar a forma como consomem tecnologias de networking, com uma transição mais forte que nunca do CapEx para OpEx, duplicando o seu investimento de modelos as-a-service flexíveis que lhes permitam dar resposta à imprevisibilidade e a rápidas mudanças. Apenas 8% dos inquiridos referiu que planeava manter-se exclusivamente em investimentos CapEx, enquanto 55% planeiam explorar modelos de subscrição para hardware ou software, 53% manifestaram interesse em managed services e 30% em leasing.

O estudo sugere também que os decisores que relataram um maior impacto da pandemia são os mais abertos a modelos OpEx, devido à flexibilidade financeira que estes permitem.

 

Conteúdo co-produzido pela MediaNext e pela Aruba Networks

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