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Tornar as localizações edge computing verdadeiramente autónomas

A infraestrutura hiperconvergente (HCI, na sua sigla em inglês) resolve muitos problemas que, historicamente, preocupam os gestores de data centers – desorganização, complexidade da gestão, e os elevados custos de atualização e manutenção criados pelas diversas caixas Ethernet, servidores e sistemas de armazenamento

Tornar as localizações edge computing verdadeiramente autónomas

A hiperconvergência remove estes elementos, combinando as funções de data center num único nó – e, assim, torna-se ideal para localizações edge computing sem pessoal, que podem tornar-se verdadeiramente autónomas.

À medida que as empresas implementam ambientes edge, os gestores de IT colocam diversas questões aos fornecedores de serviços geridos e de soluções de IT, como por exemplo: “O meu CIO pretende implementar um micro data center edge autónomo em cada uma das nossas filiais até ao fim deste mês. Como posso instalar e realizar a manutenção destes locais num território tão amplo?”

Estas questões colocadas a partir das “trincheiras” representam, então, uma oportunidade para que os fornecedores de serviços de IT possam oferecer mais valor acrescentado e consolidar a sua posição de consultores, proporcionando e gerindo localizações edge hiperconvergente de forma remota. É também uma ótima oportunidade para adaptar o negócio a um mercado em rápido crescimento – de facto, um estudo da IDC revelou que 40% dos utilizadores planeia subcontratar as suas iniciativas edge.

Manter a resiliência das localizações de edge computing

A fiabilidade é a grande prioridade dos clientes no que diz respeito às suas localizações edge – manter todas as operações a funcionar de forma ininterrupta sobrepõe-se a tudo o resto. Afinal de contas, as redes de edge computing suportam aplicações de missão crítica, sendo essenciais para a transformação digital, à medida que as empresas tiram partido da IoT e de tecnologias avançadas para ganhar agilidade e melhorar a experiência de cliente. Mesmo quando há falhas na ligação de uma localização à WAN ou à infraestrutura offsite, é importante que a operação continue sempre em funcionamento.

Atualmente, as soluções HCI são sistemas de dois nós que podem operar um micro data center ou uma localização edge de forma completa, oferecendo processamento, armazenamento, proteção de dados e bateria de reserva. Contudo, estes sistemas exigem um terceiro nó, uma “testemunha”, para garantir a consistência dos dados em todo o sistema de ficheiros agregados na HCI. A testemunha, que opera de forma remota noutra localização, mantém a consistência no cluster mesmo que um dos nós fique offline. Esta abordagem é, no entanto, dispendiosa, especialmente se aplicada em todas as localizações de uma rede edge.

Inovação acessível

Para enfrentar este desafio, a Schneider Electric uniu-se à Cisco para oferecer uma solução inovadora e rentável que melhora a fiabilidade no edge. As soluções Cisco HyperFlex™ de dois nós podem contar com uma Testemunha Local / Conectada, sem o custo de um nó de computação adicional. Esta funcionalidade está incorporada nas Cartas de Gestão de Rede (NMC) de última geração da APC, colocados na parte traseira das UPS da marca e que dão suporte ao cluster de um local edge. Combinando um NMC com testemunha incorporada e o HyperFlex, é possível prevenir tempos de paragem durante uma perturbação de energia, pois a UPS mantém as operações em funcionamento.

Esta solução conjunta mantém os custos baixos e elimina a necessidade de quóruns baseados na cloud para implementar esta funcionalidade crítica no NMC. É também a única solução do mercado a oferecer esta capacidade, fazendo da HCI uma solução edge verdadeiramente completa, pois elimina a necessidade de um terceiro nó – físico ou na cloud – numa solução de dois nós, bem como a dependência na WAN. Inovações como esta são ótimas notícias para os fornecedores de soluções de IT, que contam agora com as ferramentas necessárias para garantir aos clientes disponibilidade e resiliência nas suas implementações edge. Finalmente, desta forma as equipas de IT estarão também mais libertas para se dedicarem a funções mais essenciais nas operações, o que contribuirá ainda para o aumento da produtividade e do rendimento das operações.

 

Conteúdo co-produzido pela MediaNext e pela Schneider Electric

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IT INSIGHT Nº 32 Julho 2021

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