European Bioinformatics recorre a open source em projeto de investigação colaborativa

O European Bioinformatics Institute (EMBL-EBI) está a utilizar a plataforma OpenStack da Red Hat no seu projeto Embassy Cloud, uma iniciativa que pretende transformar a investigação colaborativa

European Bioinformatics recorre a open source em projeto de investigação colaborativa

O EMBL-EBI disponibiliza gratuitamente dados das suas experiências nas ciências da vida a investigadores de todo o mundo. Por dia lida, em média, com mais de 16 milhões de solicitações para usar os dados dos seus websites. O EMBL-EBI encoraja ativamente a colaboração, inspira novas investigações e fornece formação em bioinformática a cientistas de todos os níveis. Cada vez mais, está a trabalhar para fornecer uma infraestrutura TI comum sobre a qual organizações de investigação de todas as dimensões possam trabalhar.

A indústria das ciências da vida tem uma longa tradição de colaboração. No entanto, a investigação moderna exige um acesso a enormes conjuntos de dados, e nem todos os institutos de investigação possuem os recursos para criar a capacidade informática necessária. A Embassy Cloud fornece locais de trabalho privados, mais seguros e baseados em máquinas virtuais no seio da infraestrutura do EMBL-EBI, em que os colaboradores podem aproveitar os seus fluxos de trabalho, aplicações e conjuntos de dados personalizados.

"Muitas colaborações de investigação globais não seriam possíveis sem a funcionalidade da Embassy Cloud. Agora, estamos a usar a Plataforma OpenStack da Red Hat para suportar estas colaborações – ela tem a flexibilidade e a escalabilidade necessárias para permitir que as pessoas trabalhem em diferentes projectos, em diferentes locais, com acesso à informação de que precisam, à medida e quando precisam dela”, adianta Steven Newhouse, responsável de Serviços Técnicos do EMBL-EBI.

O EMBL-EBI considerou dois grandes fatores quando decidiu migrar: a plataforma tinha de ser co-criada para trabalhar com o Red Hat Enterprise Linux, e o fornecedor tinha de proporcionar um suporte local e prático na Europa. Era ainda necessário as equipas TI locais do fornecedor estarem disponíveis para esclarecer e prestar assistência técnica às equipas internas do instituto, sempre e onde fosse necessário. O instituto considerou que a Red Hat cumpria ambos os requisitos.

Hoje, o EMBL-EBI tem vários profissionais a utilizar a sua Embassy Cloud, incluindo institutos de investigação sem fins lucrativos e empresas farmacêuticas. A escalabilidade que as soluções Red Hat permitem neste ambiente já ajudou a aumentar o suporte para as atividades de investigação dos originais 2 mil para 4 mil núcleos. Há planos para aumentar a Embassy Cloud para 6 mil núcleos e quatro petabytes.

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