Digital Enterprise Show 2021

Os líderes do futuro devem ser flexíveis

Na sua apresentação de dia 19 de maio, no DES 2021, Ivana Gligoric, do California Institute of Integral Studies, delineia as características que um líder empresarial deve ter para encarar com sucesso os desafios da transformação digital

Os líderes do futuro devem ser flexíveis

A transformação digital trouxe consigo muitos desafios, de entre os quais se destacam a imprevisibilidade e a necessidade de rápida adaptação das empresas para manter a competitividade. Como tal, ouvimos falar muito em dados em tempo real, apoio à decisão, modelos e infraestruturas flexíveis. Na sua apresentação “Brave New Leader: Thrive in the New Global Environment”, qe decorreu dia 19 de maio no DES, Ivana Gligoric, do California Institute of Integral Studies, leva este princípio um passo mais à frente: para além dos sistemas, processos e infraestruturas, também os líderes devem ser flexíveis.

Neste âmbito, Gligoric propõe o conceito de “Identidade líquida” - de que os líderes de hoje, para terem sucesso num mundo em constante transformação, têm de ser adaptáveis – o futuro é imprevisível, pelo que é necessário estarmos preparados para qualquer situação.

“Ao sermos mais líquidos, sermos ‘como água’, encontramos uma forma de navegar quaisquer incertezas com que nos deparemos,” explica Gligoric. “E isto não significa perder a autenticidade, mas sim tornarmos-nos mais autênticos”.

O segundo ponto discutido por Gligoric é o conceito de ‘brave new leader’. Os líderes do futuro têm de aceitar estas incertezas, e estar dispostos a encarar o futuro e liderar as suas equipas sem as garantias e redes de segurança que eram anteriormente um dado adquirido

“A forma como um ‘brave new leader’ aborda o trabalho e as equipas é ousada e, ao mesmo tempo, humilde: um líder de sucesso rodeia-se dos melhores e mais brilhantes indivíduos, escuta as suas opiniões e constrói relações de respeito com as suas equipas”.

Isto, conclui, conduz à terceira característica de um líder bem-sucedido no mundo pós-digitalização: a empatia.

“A capacidade de empatizar com os outros, de estarmos abertos a novas ideias e escutar os que nos rodeiam permite-nos ter a já referida flexibilidade, a adaptar-nos a novos ambientes e novas situações que surjam, conduzindo assim as nossas empresas e equipas através do imprevisto com sucesso”.

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