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Transformação e sobrevivência digital

A revolução industrial, designada por Indústria 4.0., está a transformar a forma de atuação nas mais variadas indústrias. As empresas que pretendam manter-se ativas, saudáveis e competitivas têm de se adaptar, tornarem-se mais ágeis e eficientes…

Transformação e sobrevivência digital

Estamos a viver uma nova revolução industrial, designada por Indústria 4.0, que permitirá às várias indústrias adotar tecnologia que permita automatizar fábricas. Automação que irá desde acelerar processos de análise e decisão, recorrendo a inteligência artificial, redes neurais e machine learning, à execução de tarefas complexas ou impossíveis de concretizar por humanos, dada a sua complexidade ou precisão. Para tal, serão utilizados robôs, drones, nanotecnologia, biotecnologia, entre outras tecnologias emergentes.

No panorama geral da sociedade de consumo e empresarial, estamos a viver uma fase de Revolução Digital, onde através da evolução tecnológica dos semicondutores, temos acesso a sistemas de computação mais potentes, mais rápidos, mais pequenos, com maior autonomia e incorporados em tudo o que fazemos nos dias de hoje. Na verdade, a tecnologia digital está profundamente envolvida em tudo o que fazemos, seja profissionalmente ou em lazer, direta ou indiretamente. As empresas de hoje que pretendam manter-se ativas, saudáveis e competitivas pelo menos nos próximos 5 anos devem ser ágeis e eficientes em todas as frentes do seu negócio a fim de garantir o cumprimento do seu plano de negócio e reagir prontamente a eventuais ajustes necessários. A dita Transformação Digital tem como objetivo adaptar os negócios das organizações a processos, métodos e tecnologias ao dispor, sempre com o objetivo de otimizar a eficiência e qualidade de serviços e produtos, de forma a garantir os níveis de qualidade de serviço ou produtos que o mercado global exige, mantendo um retorno de investimento sustentável.

Sendo a desmaterialização da informação um dos principais trunfos da transformação digital, é importante garantir a segurança da mesma. Assim, é fundamental a adoção de quatro medidas essenciais que permitirão uma transformação digital em segurança:

  1. Identificar e valorizar todos os recursos digitais de cada organização de forma a poder identificar o nível de ciber-risco da organização;
     
  2. Compreender as fontes de risco, que podem ser internas ou externas à organização, locais ou remotas;
     
  3. Implementar medidas (métodos e tecnologias) de cibersegurança ajustadas ao nível de ciber-risco identificado, ao negócio e financeiramente sustentáveis;
     
  4. Consciencializar os recursos humanos envolvidos em tarefas digitais para a importância da cibersegurança. Os últimos cinco anos mostraram que nenhuma organização do mundo está isenta de risco, seja privada (ex.: mega leaks de dados de grandes empresas globais) ou governamental (ex.: ataques a redes de alimentação de energia na Europa) ou mesmo nações.


Nos dias que correm, qualquer pessoa ou máquina ligada (ou com interação com a Internet) é um recurso (direto ou indireto) no mundo do cibercrime, cada vez mais movido por interesses financeiros (já se compara a dimensão do cibercrime com o narcotráfico). Na verdade, existe um mundo paralelo de negócios associados ao cibercrime que envolve inclusive serviços tipo SaaS para fornecimento de plataformas de ransomware (ex.: Ransomware- as-a-Service) e autênticos mercados de malware, informações confidenciais, credenciais, exploits, zero-days, ferramentas maliciosas, etc. Assim, torna-se imperativo que os responsáveis das empresas, sejam pequenas ou de grande dimensão, tomem consciência deste risco que pode causar danos e prejuízos sem paralelo, e que podem incluir tempos de paragem, exfiltração de dados, roubo de propriedade intelectual, segredos do negócio, dados financeiros, extorsão, chantagem, etc. Já não se trata de saber quem nos quer atacar e porquê, mas sim que havemos de ser atacados por algo ou alguém. 

A WhiteHat encontra-se a trabalhar no mercado da cibersegurança há mais de 15 anos e fornece soluções tecnológicas, formação e serviços de cibersegurança a particulares, microempresas, PME, grandes empresas, administração pública e parceiros de negócio. O mercado de cibersegurança deverá crescer 67% (248 mil milhões de dólares em 2023) nos próximos cinco anos o que comprova a importância e necessidade das organizações e parceiros se adaptarem ao ‘novo’ paradigma de cibersegurança.

Ao distribuir as soluções de prestigiados fabricantes na indústria, como a ESET, Untangle, Infrascale, Peplink, CoSoSys, entre outros, disponibilizamos as mais importantes tecnologias de cibersegurança (ex.: anti-malware e EDR, DLP, encriptação, 2FA, UTM, cloud backup, disaster recovery, web application firewalls, análise de tráfego), às quais adicionamos valor acrescentado através de apoio pré-venda, ações de formação, provas de conceito, apresentações/demonstrações, versões de avaliação, serviços especializados e geração de leads e oportunidades de negócio para os nossos parceiros.

 

 

Branded content co-produzido pela MediaNext para a WhiteHat.

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IT INSIGHT Nº 19 Maio 2019

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