O novo AI Fluency Playbook orienta as organizações na preparação das equipas para colaborar com agentes de IA, num contexto de transição para modelos de Agentic Enterprise
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A Salesforce apresentou o AI Fluency Playbook, um novo guia estratégico concebido para apoiar as organizações na preparação das suas equipas para colaborarem com a Inteligência Artificial (IA) de forma confiante, consistente e orientada a resultados. A iniciativa surge num momento em que as empresas aceleram a adoção de IA e evoluem para modelos de Agentic Enterprise, onde humanos e agentes autónomos operam de forma integrada. Segundo dados partilhados pela Salesforce, a fluência em IA deixou de ser uma competência técnica isolada para se tornar um fator estrutural de competitividade. Os colaboradores que utilizam IA diariamente registam aumentos médios de 64% na produtividade, 58% no foco e 81% na satisfação no trabalho, reforçando a ligação direta entre capacitação tecnológica e desempenho organizacional. O guia resulta da experiência interna da própria Salesforce, enquanto utilizadora pioneira da sua plataforma Agentforce. Atualmente, 85% dos colaboradores da empresa afirmam sentir-se confiantes na utilização de ferramentas de IA, um crescimento de 16 pontos percentuais face ao ano anterior. Este nível de maturidade traduziu-se em ganhos operacionais concretos: só no último ano, agentes de IA integrados no Slack permitiram poupar mais de 500 mil horas de trabalho, apoiar o tratamento de 190 mil leads comerciais e responder a mais de dois milhões de pedidos de suporte ao cliente. O AI Fluency Playbook estrutura a adoção da IA em três pilares fundamentais. O primeiro é o envolvimento, focado em aumentar a confiança e a literacia dos colaboradores; o segundo é a ativação, que promove o uso consistente da IA nos fluxos de trabalho diários; o terceiro é a especialização, orientado para o desenvolvimento de competências humanas, de negócio e de gestão de agentes, essenciais para escalar a IA de forma sustentável. Para a liderança da Salesforce, o desafio não está apenas na implementação tecnológica, mas também na transformação cultural associada. “Quando dominamos a IA, esta deixa de ser apenas uma inovação tecnológica e passa a ser uma verdadeira vantagem competitiva para a força de trabalho”, afirma Nathalie Scardino, Presidente e Chief People Officer da Salesforce. “A diferença está entre simplesmente adotar ferramentas e, de facto, mudar a forma como o trabalho é feito. Quando utilizada com proficiência, a IA não só gera melhores resultados para o negócio, como aumenta a autonomia dos colaboradores e o controlo sobre a forma como criam valor”. Num contexto em que talento, produtividade e escalabilidade definem o sucesso das empresas tecnológicas, a Salesforce posiciona a fluência em IA como um elemento central da estratégia executiva, não apenas para maximizar retorno sobre investimento em IA, mas para garantir que pessoas e agentes evoluem em conjunto, de forma alinhada com os objetivos de negócio. |