A segunda edição da IT Security Summit Porto, que tem lotação esgotada, decorre no dia 14 de abril, no Tivoli Kopke Porto Gaia. A abertura fica a cargo de Lino Santos, com o tema “A NIS2 foi transposta… e agora?”, num evento que reúne decisores e especialistas em torno dos principais desafios da cibersegurança
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A edição de 2026 da IT Security Summit Porto já tem o programa fechado. O evento, que decorre a 14 de abril no Tivoli Kopke Porto Gaia e esgotou inscrições com mais de um mês de antecedência, afirma-se como uma curadoria do momento que a cibersegurança atravessa, reunindo decisores e especialistas num dia onde a pressão regulatória e operacional serve de base a uma agenda que cruza regulação, risco, tecnologia e execução. O evento da revista IT Security volta a apostar num formato assente numa sucessão de keynotes e mesas-redondas, direcionado ao público do Norte e Centro do país. A abertura fica a cargo do coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança, Lino Santos, que leva ao palco um dos temas mais pressionantes do momento: “A NIS2 foi transposta… e agora?”. Ao longo do dia, serão vários os keynotes a passar pela sala principal da IT Security Summit, com destaque para as apresentações de André Bragança, Head of Information Technology and Security na Super Bock, Rui Silva, Technology & Cybersecurity Director da Lactogal, Romeu Rocha, Director, IT Operations and Cybersecurity da Bial e Nuno Reis, Cybersecurity Officer da Bosch Portugal. Durante a manhã, as mesas-redondas arrancam com foco na dimensão industrial e na exposição crescente das cadeias de valor. O debate sobre “Cibersegurança na Indústria 4.0 e IIoT: Do Chão de Fábrica à Cloud” junta David Grave, Cyber Security Director da Claranet Portugal, Ivo Freitas, Cybersecurity Director da Vishay e Sérgio Sousa, Diretor de Sistemas de Informação e Comunicação da Aspöck, num debate sobre operação industrial e exposição digital. Segue-se a discussão sobre “A Proteção das Cadeias de Valor Globais: Gestão de Risco na Supply Chain Digital”, com Bruno Castro, Founder & CEO da VisionWare, Jorge Fraga, Senior Director, EMEA IT da Fresenius Medical Care, Manuel Silva, IT GRC Manager da APDL e Ricardo Rocha Costa, Diretor de Auditoria Interna do Grupo RAR, centrada na dependência de terceiros e na dificuldade em controlar risco fora do perímetro direto. A tarde abre com o impacto organizacional e a pressão regulatória, na mesa “O Futuro do Trabalho Híbrido: Proteger Pessoas, Dispositivos e Dados Distribuídos”, que conta com André Assunção, IT Manager & Cybersecurity Specialist no Município de Vila Nova de Gaia, José Filipe Alves, Membro do Conselho Geral da Universidade do Porto e Orlando Letra, Head of Cybersecurity, que reflete sobre o modelo de trabalho que expandiu a superfície de ataque. Já a sessão “Continuidade de Serviços Críticos: Obrigações, Risco e Responsabilidade na Era da NIS 2” reúne Sónia Casaca, Country Leader da Zscaler, Carlos Fernandes, CIO | CISO das Águas do Douro e Paiva e SIMDouro, João Rosário, Head of IT Security and Operations da Sonae MC e Rui Costa, Responsável de Cibersegurança e Segurança da Informação da Prio Energy, num debate que coloca o foco na execução da NIS2 e na responsabilidade das organizações quando os incidentes ocorrem. No auditório principal, há ainda espaço para novas iniciativas, como o fireside chat “Compliance is the floor. The roof Is on fire!”, com Luís Sousa, BU Manager GRC & Consulting da Securnet, Miguel Fradão, Information Security Officer da Voltalia, e Nuno Carvalho Figueiredo, Head of Asset Management da EML – Energy Means Life, numa conversa em torno dos limites da compliance. À tarde, Nuno Cândido, IT Operations, Cloud & Security Associate Director da Noesis, Miguel Gonçalves, CISO da CUF e Nuno Goes, Cyber Security & Risk Expert da EDP, trazem ao palco o tema “Infraestruturas Críticas sob Pressão: Como os Líderes de Segurança Respondem”. Durante o dia, o equilíbrio entre estratégia e execução que marca o programa ganha expressão nas sessões técnicas, na Sala Rumilã III do Tivoli Kopke Porto Gaia, mantendo-se como o espaço mais operacional do evento. O workshop da PwC, com Marcelo Ferreira Rodrigues, Partner da PwC, aborda “Generative AI: Defending at Machine Speed”. Segue-se a sessão de Henrique Silva, Senior Client Executive da NetApp, dedicada a “Ciber resiliência: o storage mais seguro do planeta!”. A Ping Identity apresenta um workshop com Carlos Scott, Digital Risk Consultant, sobre “Identity, AI, and fraud: Why authentication is no longer enough”. A fechar este conjunto de sessões, a Ethiack, com Jorge Monteiro, Co-Founder & CEO, explora “You Are Too Slow: Why Security Teams Can't Keep Up with Attackers (and How to Fix It)”, num registo centrado na capacidade de resposta das equipas de segurança. Com o programa fechado, a IT Security Summit Porto 2026 regista uma capacidade duplicada face à edição anterior e transmissão integral em live feed para até mil participantes. Apesar da lotação esgotada, a organização mantém uma lista de espera ativa dirigida a profissionais com funções de CISO, CSO e IT & Security Manager em médias e grandes organizações. No processo de teleconfirmação dos inscritos, que antecede o evento, poderão ainda libertar-se vagas, posteriormente atribuídas a essa lista. Parceiros Confirmados:
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