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Edge computing, a nova macrotendência

A velocidade a que se move o mundo digital é avassaladora

Edge computing, a nova macrotendência

Numa só década, passámos da invenção do Cloud Computing e da migração massiva para uma arquitetura nele baseada, para considerar o Edge Computing como a próxima grande tendência, bem como a descentralização através de arquiteturas distribuídas. Tudo indica que, à medida que avançamos para o futuro, cada vez mais dispositivos vão trabalhar em Edge Computing a nível local, uma vez que ele permite o processamento eficiente do grande volume de dados gerados pelos milhões de dispositivos conectados à IoT – agora e, sobretudo, no futuro, com o crescimento exponencial que está previsto.

O Edge Computing veio dar resposta a novas exigências proporcionadas pelos avanços na IoT, ao mesmo tempo que eliminou, ou minimizou, as limitações de latência, largura de banda, segurança e regulamentação que a Cloud implica. Por outro lado, já não é necessário fazer com que os dados viagem até à nuvem para serem processados, podendo ser tratados mais perto de onde foram recolhidos. Os dispositivos e sensores já não apenas recolhem dados; também os processam, com todas as vantagens que isto pressupõe, permitindo às empresas melhorar a sua eficiência operativa, capacidade de resposta e a experiência do cliente.

Isto não significa que o Cloud Computing vá desaparecer, pelo contrário. A chave será a combinação de ambos, o Hybrid Cloud, uma vez que o Edge Computing pode oferecer respostas para uma série de necessidades que o Cloud Computing não pode satisfazer, mas não pode prescindir de benefícios proporcionados pela cloud. São duas arquiteturas que se complementam para garantir os melhores resultados para as empresas e os seus clientes.

A nível de estrutura ou ambiente, os Data Centers são, provavelmente, as estruturas que mais mudanças estão a sofrer com a aparição do Edge Computing. Sendo uma arquitetura de IT pensada para aproximar as aplicações e os dados àqueles que deles necessitam, esta computação promove uma multiplicidade de micro data centers de proximidade, ao invés de grandes data centers centralizados. Assim, é fundamental que as empresas façam um projeto correto das suas infraestruturas, uma vez que poderão ter centenas de micro data centers para monitorizar e gerir.

Neste sentido, são vários os desafios a enfrentar. Muitas vezes, estes micro data centers em Edge estão em locais remotos, sem assistência do pessoal de IT. O seu ciclo de vida requer, também, estratégias diferentes das dos data centers tradicionais.

Por tudo isto, é necessário que eles sejam resilientes e fáceis de implementar, gerir e assegurar. A solução? Uma solução pré-integrada e configurada numa estrutura autónoma, que permita uma solução “plug- -and-play” nas infraestruturas Edge. O resultado? Uma nova arquitetura personalizável e que permite a gestão remota, com uma abordagem hiperconvergente que otimiza a eficiência, os custos e os tempos de entrega.

Em resumo, a adoção da IoT implica a proliferação de dispositivos e sensores conectados e essa realidade, por sua vez, requer uma grande planificação e uma implementação meticulosa. Não pondo de parte a Cloud, o Edge Computing já se estabeleceu como uma parte imprescindível deste processo, graças à sua eficiência e às oportunidade que promove para enfrentar o atual “tsunami” de dados que as empresas têm que gerir e processar - e tudo leva a crer que continuará a crescer de forma muito exponencial num futuro próximo.

 

Conteúdo co-produzido pela MediaNext para a Schneider Electric

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IT INSIGHT Nº 22 novembro 2019

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