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Big Data e inteligência artificial, dois importantes ativos organizacionais

Big Data e Inteligência Artificial (IA). Duas tendências. Dois conceitos. Mas acima de tudo dois temas que deixaram, definitivamente, de ser “buzzwords”, passando a ser uma realidade para as empresas

Big Data e inteligência artificial, dois importantes ativos organizacionais

É uma constatação que há cada vez mais dados a circular e torna-se absolutamente premente que as empresas tirem partido desta informação, quer esta já se encontre estruturada ou não.

É então aqui que entram o Big Data, a IA e o machine learning, cuja concretização efetiva começa finalmente a acontecer. Hoje em dia, graças à IA, já é possível trabalhar com algoritmos estatísticos e diversas fontes de dados nas mais diversas aplicações. Um exemplo? Imagens, sons, texto e até informações provenientes de sensores podem já ser processadas e analisadas em tempo real.

Ora isto tem, como se pode imaginar, um impacto enorme, pois estamos a falar de ferramentas e soluções que se adaptam perfeitamente à nossa realidade, exigências e necessidades de negócio. Na verdade, a IA oferece a possibilidade de trabalhar diferentes problemas de negócio e nos mais diversos setores, seja no da Saúde, Transportes, Energia, Banca, Telecomunicações, Retalho, entre outros. O grande objetivo passa por uma automatização de processos e pela possibilidade de detetar anomalias através de alertas, podendo desta forma agir-se atempadamente. No caso de uma empresa energética, imagine-se geradores dispersos por todo o país e colocados em locais de difícil acesso. Aqui podem-se colocar sensores que captem imagens desses mesmos geradores. Assim, através de computer vision, pode- -se detetar indícios de possíveis problemas de falha, que poderão ser pontuais ou não. Ora, isto traduz-se numa mais-valia para a empresa, pois a equipa que seria enviada propositadamente ao local para perceber a situação já só irá caso haja propósito para isso. E isto não é mais do que a otimização dos recursos de uma empresa.

E quem fala deste tipo de sensores, fala também da técnica do reconhecimento facial que, por questões de segurança, é atualmente cada vez mais procurada pelas mais variadas empresas. No retalho, também é possível detetar e evitar roubos, na área da Moda/Vestuário pode-se identificar se determinados tipos de criações ou modelos vão ser vendidos ou não, isto é, se terão procura, com o objetivo de se apostar naquilo que dará lucro. Projeções a longo prazo, perceber quanto determinado produto vai ser vendido e gerar lucro ao longo de um ano, fazer análises antes de avançar com o investimento para perceber o sucesso do lançamento deste e daquele produto novo, o feedback, a reação e adesão dos consumidores.

Outro exemplo é na Banca, onde se podem evitar comportamentos de fraude, ou seja, antecipar a fraude, em tempo real e de forma rápida e eficiente, sendo esta uma questão extremamente delicada (devido nomeadamente aos falsos positivos). Aqui tem de haver uma combinação infalível de velocidade com eficiência, e para isso tem de se ter uma robusta estrutura. Porquê? Porque todos estes processos computacionais têm de estar numa estrutura que permita fazer a análise das transações e comportamentos de uma forma dinâmica através dos modelos e ao longo do tempo. Como? Através de ferramentas de IA.

Diria que o Big Data é quem sustenta todo este processo, ou seja, são as informações provenientes de diversas fontes, em diversas estruturas e em grande velocidade. Já a IA e o machine learning representam os algoritmos, as funções matemáticas/estatísticas/computacionais que vão gerar os resultados, que são depois utilizados para as tomadas de decisões estratégicas.

Assertividade, rapidez e eficácia, é isto que devemos esperar deste tipo ferramentas que, apesar de recentes, têm suscitado transformações e quebra de paradigmas no nosso quotidiano… Por isso mesmo, nunca é demais pensar sobre elas, debater os seus benefícios e desafios e perceber o seu real impacto na sociedade agora e amanhã.

Há cada vez mais dados, já todos sabemos isso. Mas será que a sua empresa consegue perceber a forma como está a criar valor com base nessa informação? Já foi realmente definida uma estratégia? Pense sobre isto…

 

Conteúdo co-produzido pela MediaNext para a SAS

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